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É Sodoma e Gomorra após o trio, diz comerciante sobre evento em Regência

Moradora da Vila, leitora pede respeito como era antes, conforme definiu

16/11/2019 15h07 Atualizada há 1 ano
Por: Redação
É Sodoma e Gomorra após o trio, diz comerciante sobre evento em Regência

A 10ª edição do tradicional carnaval fora de época de Regência, o Mica Fubica, é um dos eventos mais esperados pelos moradores, comerciantes locais e turistas que amam a Vila e aproveitam o "feriadão" desde a noite de quinta-feira (14). Agendado para terminar neste domingo (17), o Mica Fubica tem programação com barracas onde se compra comidas típicas, e tem banda e trio que dão o nome à festa.

A Praça Caboclo Bernardo é o "point" da diversão, e é dali que, por volta das 20h30 o Trio Fubica arrasta os foliões pelas ruas da Vila, até retornar ao mesmo local, por volta de meia-noite e meia.

Até aí, o evento recebe todo tipo de elogio, mas quando termina o som do trio, conforme nos informou uma moradora e comerciante, começam os problemas. Segundo ela, o clima que até então é familiar, passa a contar com ritmo musical que em nada agrada, o chamado pancadão do funk. As letras, segundo informou a comerciante, deixam as pessoas constrangidas, e quem se incomoda vai embora. Mas ela precisa ficar para vender. A comerciante disse que "rola de tudo", e citou cenas obscenas, consumo de droga, tudo tendo a maioria adolescentes como protagonistas. Vejamos o que a mulher contou:

Comparando o local como "Sodoma e Gomorra" (de acordo com a Bíblia, duas cidades destruídas por Deus com fogo e/ou enxofre caídos do céu), a comerciante disse: "Termina o trio e começa a promiscuidade geral. São jovens e adolescentes, alguns que aparentam ter até 12 anos, principalmente as meninas. A fumaça e fedor de maconha incomodam, e a dança que elas fazem, mostrando as partes íntimas enquanto os meninos simulam a relação sexual, enoja. Faltaram apenas as armas para o alto para ser igual aquelas favelas do Rio de Janeiro onde tem bailes funk. É como Sodoma e Gomorra.

A mulher disse que o funk com "letra pesada" vem de carros de som, e caixas de som gigantes, que nada têm a ver com a organização. "Eles fazem tudo para quem quiser ver. Consomem bebida alcoólica, usam maconha, simulam relação sexual. É muito, muito ruim, e peço que alguém faça alguma coisa para que nessa noite sábado, a penúltima do evento, seja diferente", pede ela..

E outro comerciante, que também reclamou do mesmo problema, informou que o público que protagoniza as cenas citadas pela mulher, é de fora. Ele lamentou o fato de o clima deixar de ser familiar após o trio parar de tocar, e disse que a polícia fica na Vila até as 2h da madrugada.

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