
“Que contradição: tem dinheiro pra milícia, mas não tem pra educação”. Estas foram algumas das palavras de ordem de um grupo de estudantes de Linhares que aderiu nesta terça-feira (13) ao ato em defesa da educação. Até o fim da tarde, 58 cidades de 19 estados e do Distrito Federal haviam realizado protestos pacíficos. Em Linhares, os estudantes “mandaram” no trânsito na Rodovia BR-101, costumeiramente, no trecho que divide o Centro e o bairro Shell, em frente a escola Emir de Macedo Gomes, o Estadual.
Apesar de o trânsito ter ficado bastante lento, na proporção em que as pistas centrais sofreram bloqueio a cada 10 e 12 minutos, o ato dos linharenses transcorreu dentro da normalidade. A Polícia Militar manteve-se presente para garantir a segurança.
Quando foram anunciados cortes na educação, em maio desse ano, aconteceu o primeiro ato nacional, no dia 15. Depois houve um novo protesto no mesmo mês, mais precisamente no dia 30. Nesta terça (13), os protestos foram convocados por entidades estudantis, como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), e a União Nacional dos Estudantes (UNE).
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