
Chamada por muitos de “reversão sexual”, a iniciativa, que era proibida desde 1999, por uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, agora, após decisão do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, que liberou o procedimento, levantou verdadeira polêmica.
E em Linhares o assunto também é motivo para discussão e manifestação por parte de quem aplaude ou critica e é contra a decisão do magistrado. Recebemos uma sugestão e nesta oportunidade entrevistamos o publicitário Luan Ribeiro, 26 anos, um publicitário bem sucedido e assumidamente gay.
Na entrevista abaixo, usaremos a íntegra nas respostas, exatamente para aguçar a imaginação do leitor se estivesse no lugar do entrevistado e, desse modo, desfazer curiosidades através de perguntas à Luan sobre o assunto tão polêmico da entrevista. É que ele se disponibiliza a responder o que lhe for perguntado através de comentários, que por motivos óbvios serão analisadas antes de publicadas. Confira a entrevista:
Você já namorou ou paquerou mulheres?
R: Rsrs! Já sim. Da adolescência ao início da juventude paquerei e namorei meninas. A admiração pela personalidade da pessoa, o carinho e a amizade me levavam ao sexo estimulado pelo contato físico, não era algo involuntário como sentir desejo apenas com o olhar. Já com os meninos, eu observava com olhar de desejo sem fazer muito esforço, haha! Me desculpem a sinceridade.
E como foi, digamos assim, que mudou de ideia?
R: Na verdade nunca houve uma mudança de ideia, mas sim um amadurecimento natural de autoconhecimento. Decidi assumir minha homossexualidade na primeira vez que me apaixonei por um rapaz, o que antes eu tratava apenas como um fetiche passou a ser minha identidade.
Mas se desde criança sentia atração por homens, como foi “esconder” isso da família?
R: Quando tinha seis anos de idade eu já me sentia mais a vontade no grupo das meninas e olhava os meninos com certa admiração. Mas como eu era uma criança não tinha a mínima noção do que se tratava. Porém, as exclusões por parte dos meninos e as desconfianças dos adultos com meus trejeitos, já existiam e eu percebia. Eu não escondia nada, até mesmo porque eu tive uma infância muito saudável e distante de assuntos sexuais.
Sempre foi filho Nota 10?
R: Sim! Minha mãe pode atestar! Rss. Não faltava a escola, tive boas notas e era querido pelos professores.
Como foi assumir-se mediante à família e à sociedade?
R: Olha, não foi difícil. Foi libertador! Alguns se afastaram e outros se aproximaram. Obtive respeito das pessoas oferecendo meu respeito em troca. Sou graduado, trabalho bastante e mantenho meu foco no que é importante para minha vida, que é a minha família, meus amigos, meu relacionamento e meus sonhos. O resto, desde que não me prejudique, eu relevo e sigo a diante.
Por falar em seguir, você segue alguma religião?
R: Eu segui toda doutrina da Igreja Católica com apoio da minha avó, religião na qual me batizei, catequizei, crismei e servi. Sou cristão e tenho orgulho em dizer isso, mas não sigo a Bíblia ao pé da letra, nem julgo quem segue. Aliás, não julgar o próximo é algo extremamente sagrado para mim. Sigo minha vida sem agredir e incomodar ninguém. Sou a favor do amor fraterno entre os seres.
Conhece algum gay que se converteu e depois casou e constituiu família com sexo oposto?
R: O termo conversão é a chave do erro. Não existe conversão, na verdade existem homossexuais que sonham em ter uma família tradicional e seguem por esse caminho. Seus libidos sexuais são outro assunto e nós jamais saberemos o que se passa de verdade. Conheço exemplos de gays que casaram e constituíram família, mas mantém seus desejos pelo mesmo sexo como um "fetiche" ou "pecado", ótimo! Só desejo felicidade para essas pessoas. Quem sou eu pra julgar.
Você aceitaria passar pela experiência, digamos assim, de ver como é o trabalho de um psicólogo que atende um gay, cujo objetivo é deixar de ser gay?
R: Apenas se eu fosse convidado para meios científicos. Não tenho desejo de ser outra pessoa, gosto da minha vida. Ser gay é muito mais que sexo e as pessoas têm que parar de pensar que os homossexuais só vivem em função de transar. Não adianta eu explicar muito, só quem é gay sabe do que estou falando. Me divirto com entretenimento LGBT, me emociono com filmes gays, adoro músicas pop dançantes e da vida agitada que nós, gays, nos permitimos levar. Enfim, sou feliz.
E se nessa experiência sentir que perdeu completamente o interesse por pessoas do mesmo sexo?
R: Minha querida entrevistadora, vou te dizer um babado, isso não vai acontecer. Não aceito medicamentos e nem dinheiro para mascarar o que eu não sou. Sou Luan Ribeiro, um cidadão de bem, trabalhador, amante da vida e ser gay é só um pequeno detalhe de tudo que constitui a minha integridade. Torço para que esse tema deixe de ser tão usado pelas empresas de marketing, por políticos, e pela mídia para atraírem a atenção e os clicks das pessoas. A sociedade tem muita coisa para resolver do que se importar com o prazer e relacionamento alheio. Um forte abraço aos leitores do site!
E o Site Eu Vi em Linhares repete: Luan Ribeiro se colocou a disposição para responder perguntas de leitores. Adiantamos que perguntas de conteúdo ofensivo não serão consideradas.
Quem apóia esses promíscuos também apoia a exposição do ////////////////, que querem erotizar crianças mostrando a arte do satanás. Pedofilia_ sexo com crianças. Zoofilia_ sexo com animais
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