
É de arrepiar a previsão do pesquisador Bill Patzert, climatologista do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, ao falar sobre o fenômeno chamado de El Niño. As assustadoras palavras de Patzert podem explicar a crise da água e a informação foi publicada na rede social, pelo secretário municipal de Linhares, Welio Pompermayer. “Para entender a crise da água, nada acontece por acaso, os modelos previam o que está acontecendo, o pior é que a previsão é para 2015/16”, inicia Welio ao explicar o fenômeno. Confira os detalhes abaixo:
“Fenômeno climático que aparece em intervalos que variam entre dois e sete anos, durante o qual a água aquecida normalmente confinada na parte Oeste do Oceano Pacífico pela força dos ventos alísios - que sopram na direção Leste-Oeste - se move em direção ao continente Sul-Americano em razão da diminuição da força desses ventos ou mesmo pela reversão em sua direção.
O fenômeno do El Niño atinge uma ampla área na região intertropical do oceano Pacífico, onde a água é mais quente e ocorre parte considerável da evaporação no planeta. Por isso seu alcance é global e seus impactos climáticos e socioeconômicos enormes.
De acordo com as previsões do NOAA, o El Niño desse ano será mais severo do que o de 1997, considerado o mais intenso já registrado e que foi responsável pela morte de mais de 20 mil pessoas e prejuízos globais estimados em cerca de U$ 45 bilhões.
Para o El Niño de 2015 os pesquisadores calculam que existe uma possibilidade maior que 90% de seus efeitos continuarem intensos durante o inverno de 2015-2016 no hemisfério norte, podendo durar até a primavera de 2016. Nas palavras do Pesquisador Bill Patzert, climatologista do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, o evento que se avizinha deverá ser tão severo que pode perfeitamente ser chamado de El Niño ‘Godzila’”, finaliza a postagem.

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