
19 de março de 2016, Farias, Linhares, Norte do Espírito Santo: Otávio Gonçalves dos Reis, 26 anos, tem a vida ceifada a tiros; 1º de julho de 2024: os autores, Ayrton Vinícius dos Santos, atualmente com 30 nos, e Mayk Monteiro das Neves, 31, enfrentam os jurados pelo crime. E pegam cadeião.
O júri aconteceu no Fórum Desembargador Mendes Wanderley, e começou às 12h, sendo concluído somente às 21h10. Um dos réus já estava preso em virtude de outro processo, e agora soma mais esta pena. Vamos aso detalhes:
A acusação do Ministério Público representado pelo Promotor de Justiça Marcelo Victor Amorim Gomes de Melo, bateu de frente com a defesa dos réus, os criminalistas Leandro Freitas de Sousa e Luciano Moro Pignaton defendendo Ayrton; enquanto Mayk contou com a atuação do advogado Guilherme Oliveira Cruz. O júri foi presidido pelo Juiz Tiago Camata, e a sentença você confere abaixo:
Os réus foram condenados pela prática do crime de homicídio qualificado (art. 121, §2º, incisos I e IV, do Código Penal), e o Juiz Presidente fixou a pena definitiva dos dois acusados em 29 anos e 09 meses de reclusão, em regime inicial fechado.
Ayrton respondia ao processo em liberdade e teve a prisão decretada em Plenário, sendo o mandado cumprido imediatamente pela Polícia Militar; Já Mayk respondia ao processo também em liberdade, quer dizer, a este processo, e também teve a prisão decretada em Plenário. Ele estava preso em virtude de outro processo, e o mandado de prisão referente ao júri da morte de Otávio foi cumprido pela própria Polícia Penal. Relembre o crime abaixo:
O crime – Otávio foi morto no dia 19 de março de 2016, pouco depois das 16h, , onde os réus foram cobrar uma dívida que ele possuía com Ayrton. Enquanto este conversava com a vítima, Mayk o esperava em uma motocicleta.
Cerca de 10 minutos depois, a vítima virou-se de costas, dando a conversa por encerrada, momento em que Ayrton efetuou diversos disparos de arma de fogo. Otávio morreu no hospital.
A dívida – Quando o Eu Vi em Linhares cobriu a prisão de Ayrton, este disse à Polícia Civil que a dívida era referente à venda de um celular, e o valor era de R$ 500. A arma usada foi um revólver calibre 38. Abaixo a foto de Ayrto quando ocorreu prisão:
Mín. 18° Máx. 27°