
O desfecho do caso da égua que estava há dias agonizando em uma área de pasto as margens da Rua José Joaquim dos Santos, Bebedouro. A denúncia chegou a nossa Redação no início da manhã desta sexta-feira (1º), e a moradora que nos procurou até chorou quando pediu ajuda por presenciar o sofrimento do animal.
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Ao relatar o fato, a leitora disse que a população colocava água e capim, mas a cada dia a égua ficava mais fraca, acrescentou que os urubus estavam comendo a égua viva. A mulher explicou que não conseguiu contato com o Zoonoses, cujas ligações não eram atendidas.
Outro morador que também nos procurou, disse que o dono da égua mora no bairro, e especificou que há 15 dias ele teria levado o animal para pastar. “Quando ele trouxe ela para cá, ela andava e estava até forte, mas ela foi decaindo ao decorrer do tempo. Deveria estar doente já. Os moradores temem que essa égua morra aqui, e como ninguém fez nada até agora, depois de morta é que não farão mesmo”, disse ele.
No Centro de Controle de Zoonoses nós fomos informados que o caso era de conhecimento do setor, mas que este não tem responsabilidade com essa situação pois não estava, segundo quem nos atendeu, dentro das endemias. A pessoa nos informou ainda para entrarmos em contato com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo, Idaf, onde a nossa ligação não foi atendida.
Mas, o que aconteceu com a égua? “Cerca de 40 minutos após a notícia viralizar, uma máquina de material de construção veio aqui e a recolheu. Será que ela ainda sobreviveu? Para onde será que a levaram?”, pergunta a mulher.
Nós não conseguimos a resposta, pois a mulher não citou quem é o responsável pela tal máquina e também não nos informou algum contato para que pudéssemos buscar a resposta. Abaixo, o vídeo que recebemos junto com a denúncia:
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