
O ativista político Jonas da Silva Soprani, de 48 anos, estava consciente, e enquanto agonizava caído no chão de um bar, no bairro Novo Horizonte, ainda conversou com a guarnição da Polícia Militar que atendeu a ocorrência a qual posteriormente se transformaria de tentativa para homicídio consumado na noite desta quarta-feira (23) em Linhares.
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De acordo com o relatório, Jonas disse que não viu quem atirou nele, e não sabia informar se havia alguém o perseguindo até o local. Outro homem, J.R.B., foi atingido por um dos disparos em um dos pés, e levado por populares para o Hospital Geral de Linhares (HGL), enquanto Jonas foi levado em estado grave para o Hospital Rio Doce, onde veio a óbito quase que em seguida.
O relatório também cita que os policiais perceberam vários disparos em Jonas e chamaram o SAMU, mas que no hospital não foi possível saber ao certo a quantidade de disparos que atingiu a vítima, que estava na sala de cirurgia.
A outra vítima levada para o HGL também não soube informar características dos atiradores e nem se era mais de um. Foram recolhidas três capsulas de munição calibre 32, e projeteis no local, e a polícia depende de denúncias para que seja focada a investigação.
Jonas era bastante conhecido nos grupos de Whatsapp, e também em perfis do Facebook, onde postava vídeos dele mesmo falando sobre denúncias feitas no Município, sobretudo no âmbito do Executivo e Legislativo.
O corpo dele foi liberado por volta das 11h desta quinta-feira (24) para ser levado ao Cemitério do Farias, onde também seria sepultado. As pessoas não devem temer ao denunciar, para que seja feita justiça em prol do ativista: 181, e nem é preciso se identificar.
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