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Política Linhares no topo

Delegada traz números alarmantes sobre violência contra a mulher em Linhares

Ela disse na Tribuna da CM, que Linhares fica abaixo somente do plantão especializado da mulher, que na Grande Vitória responde por cinco municípios.

08/03/2021 19h59 Atualizada há 1 mês
Por: Redação
Delegada traz números alarmantes sobre violência contra a mulher em Linhares

A noite de segunda-feira (8) foi de homenagem às mulheres, e lá estavam elas: Ana Paraiso Dalvi, que atua no 1º escalão da Prefeitura de Linhares; A capitã Jéssica, a moradora de Regência, Eloá; a professora Isabel Rosa Galavoti; além de Rosa Sibien Bandeira e a também professora Zenilda, que fizeram a diferença nesta segunda-feira (8), Dia Internacional da Mulher, na Câmara Municipal de Linhares.

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Elas representaram as mulheres linharenses, e receberam da única vereadora,  Therezinha Vergna Vieira, uma rosa e um certificado alusivo à data, cada um deles entregue por um vereador. A Capitã Jéssica, conforme informado durante a homenagem, justificou que está com problemas de saúde, e não compareceu.

Violência contra a mulher – Mas o destaque mesmo foi a delegada Silvana Paula Soeiro de Castro, que usou a Tribuna Livre, e divulgou números preocupantes, que colocam Linhares em evidência quando o assunto são os Boletins Unificados (Bus) relativos à violência contra a mulher.

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Segundo ela, somente no ano passado, foram registrados mais de 1.500 Bus de violência doméstica, e os números nestes dois primeiros meses de 2021, também colocam Linhares no topo, com mais de 300 BUs.

A delegada, com toda a sua simpatia e conhecimento de causa, sugeriu medidas urgentes, e disse: “A cidade de Linhares ocupa um dos maiores números de registros de boletins de ocorrência de violência doméstica. Foi o município (no ano passado) do nosso Estado que teve o maior número de boletim de ocorrência, abaixo somente do plantão especializado da mulher, que na Grande Vitória responde por cinco municípios”, disse ela.

Silvana sugeriu que medidas sejam tomadas para que a situação tome novos rumos, priorizando sempre o bem-estar da família. “Não basta só prender, é bom e necessário prender, mas, o mais importante são políticas públicas para os agressores”, justificou ela, exemplificando a realização de palestras com aqueles que são os autores nesses Bus.

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