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Veranista do Pontal questiona condições de barracas que vendem alimentos insalubres

Segundo ela, é visível a falta de fiscalização, e o risco que a situação proporciona.

09/01/2021 17h55 Atualizada há 4 meses
Por: Redação
Veranista do Pontal questiona condições de barracas que vendem alimentos insalubres

Verão: Defender “um extra” na ´praia é tudo que o brasileiro quer. Mas em uma parte na área lotada de veículos do Riozinho, um dos refúgios mais belos do balneário de Pontal do Ipiranga, litoral de Linhares, a existência de três barracas chamou a atenção da leitora Mônica Silva, veranista assídua do local.

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“Em tempos de pandemia torna-se complicado a situação de vigilância em saúde. No Riozinho Pontal do Ipiranga tem um homem acampado com três barracas de lona, onde ele oferece alimentos totalmente insalubres para a população. Em contato com a Associação local, fui informada que este papel de fiscalização cabe à Vigilância municipal, Órgão este ligado à Secretaria de Saúde, e que a pessoa que procurei é responsável pela fiscalização dos comércios de todo o balneário”, conta Mônica.

A leitora acrescentou que recebeu a informação de que as regras para a fiscalização dos comércios no Pontal são severas, e uma vez que não atendem as normas de higiene, podem ter as portas fechadas e permanecerem lacrados até que se adequem às normas.

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“Sendo assim, me pergunto: Onde está a vigilância municipal que não toma uma atitude diante deste cenário? Será que as normas cabíveis só servem para quem paga impostos? Naquele lugar (na área onde as três barracas estão montadas) não existe uma pia sequer, não existe um vaso sanitário. Será que as pessoas que estão lá não fazem suas necessidades fisiológicas?”, questiona a leitora.

Ela também alertou sobre o que definiu de risco de incêndio: “Se acontecer um acidente durante o atendimento à população ou até mesmo em outro horário, e pegar fogo e cair na restinga, vai ser o fim. A secretaria de Meio Ambiente deveria ser acionada pelo risco de incêndio e por estar essas barras a menos de 70 metros da área de preservação. Sem falar que como mostra a foto, tem o estacionamento. Peço providências, como frequentadora do local”, pediu a mulher.

Nós buscamos por mais informações, e a pessoa responsável pelas barracas não seria de Linhares. Nós enviamos demanda ao plantão para recebimento das demandas na Prefeitura de Linhares. A mensagem foi lida, mas até o momento não foi respondida.

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Voltaremos com a atualização assim que a resposta acontecer. E o espaço está aberto, caso o dono das barracas queira se identificar e apresentar a sua versão: 27 99808-4347.

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