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Polícia Na rodoviária

Mulher chama PMs de pecadores, se recusa a usar máscara, e é algemada durante confusão no Centro de Linhares

Foi em uma agência de ônibus, onde ela humilhou o vendedor de passagens e também o chamou de pecador.

18/08/2020 18h35
Por: Redação
Mulher chama PMs de pecadores, se recusa a usar máscara, e é algemada durante confusão no Centro de Linhares

Uma mulher de 44 anos foi imobilizada, algemada e conduzida à delegacia de Linhares após se recusar a usar máscara, e humilhar um colaborador que estava no guichê da agência de uma empresa de ônibus, no Centro de Linhares. Ao ser orientada de que teria que usar máscara, ela chamou a vítima de “pecador”, e iniciou uma série de humilhações. A ocorrência foi registrada na manhã desta terça-feira (18).

Ao ouvir que era necessário o uso de máscara a fim de impedir o avanço da Covid-19 tanto para permanecer na agência durante o processo de venda da passagem, quanto para embarcar e viajar no coletivo, a mulher, conforme explicou a vítima para a Polícia Militar, começou a arrumar confusão. A situação se complicou e a Polícia Militar foi chamada.

No local conhecido como rodoviária, a guarnição conversou com a gerente e esta disse que a mulher estava no guichê querendo comprar passagem, porém, se recusava a fazer o uso de máscara, mesmo com a obrigatoriedade contida em decretos estadual e municipal.

A guarnição também conversou com o colaborador que trabalha na venda das passagens, e este relatou que ao chegar sem máscara, a mulher foi orientada, e explicou que a empresa obedece os decretos. Nesse momento, foi iniciada uma série de humilhações. A passageira teria destratado o vendedor dizendo que ele não era ninguém e que estava ali para obedecê-la, afirmando que ele era um pecador. A vítima disse que a conduzida batia forte no vidro do guichê e que ofendeu os outros passageiros.

E segundo a Polícia Militar, a mulher se tornou agressiva também  com a guarnição e disse que os policiais também eram pecadores.  Afirmando que não usaria máscara e que não sairia do local.

A vítima disse que  queria representar contra a suspeita por conta das humilhações que sofreu, e quando foi solicitada para acompanhar a guarnição, ela repetiu que ninguém a tiraria do local, sendo imobilizada e algemada para ser entregue à Polícia Civil, onde o caso teve sequência na delegacia.

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