
Em 7 de julho de 1990, o “exagerado” Cazuza nos deixava. Nascido no Rio de Janeiro, Agenor de Miranda Araújo Neto era cantor e compositor, mas foi como Cazuza que ele conquistou corações de fãs ao longo de gerações.
Em 9 anos de carreira, ele gravou 126 canções, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes. Na década de 80, Cazuza se juntou à banda Barão Vermelho e fez grande sucesso. Em 1985, a banda se apresentou na primeira edição do Rock in Rio, mas no mesmo ano, Cazuza decidiu seguir carreira solo.
Além das canções, sua vida boêmia e a declarada bissexualidade também chamaram atenção na época. Em 1987, Cazuza já havia contraído o vírus da AIDS e foi para os Estados Unidos fazer um tratamento com AZT. Somente em 1989 ele declarou publicamente ser soropositivo. Cazuza faleceu aos 32 anos, em decorrência de um choque séptico causado pela AIDS, mas deixou grandes sucessos como “Todo Amor que Houver Nessa Vida”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “O Tempo Não Para” e “Ideologia”.
Fonte e foto: History
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