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Manifesto em Linhares: Educação não é mercadoria, diz faixa exibida por estudantes

Manifesto é contra diminuição de verba federal para a Educação.

15/05/2019 19h17
Por: Redação
Manifesto em Linhares: Educação não é mercadoria, diz faixa exibida por estudantes

Assim como aconteceu em cidades de três Estados do Brasil, estudantes de Linhares saíram em protesto pelas ruas, contra cortes do Governo Federal na verba para a Educação.

A caminhada pela Avenida Samuel Batista, lateral da Rodovia BR-101, ganhou maior dimensão quando o grupo passou em frente ao colégio Emir de Macedo Gomes, o estadual.

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Uma faixa chamou a atenção: "Educação não é mercadoria", formaram as palavras. A concentração aconteceu no Centro de Linhares, na chamada Pracinha dos Correios, e seguiu para as pistas da BR-101, onde o trânsito ficou complicado e acabou vetado por volta das 19h.

É que os estudantes seguiram em direção à cabeça da Ponte Joaquim Calmon, um dos principais acessos do Estado. A Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal acompanharam o movimento para garantir segurança.

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O protesto começou logo de manhã em alguns pontos de algumas cidades, mas no decorrer do dia, as paralisações contra cortes na educação já ganhavam adesões em todos os estados e no Distrito Federal.

Leitora reclama e pede que mudem dia de protestos

A leitora Santina de Souza, que trabalha como camareira de hotel, no Centro de Linhares, e mora no Linhares V, reclamou muito por ter ficado, segundo ela, duas horas dentro do ônibus.

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A viagem, segundo ela, não dura mais do que 10 minutos quando não tem protesto: "Muito calor no ônibus e o cansaço no corpo depois de um dia duro de trabalho. Eu acho que  eles deveriam fazer manifestação final de semana que não tem ninguém trabalhando. Aí, todos podem participar. Fazer isso em dia de trabalho duro, ninguém vai, só os alunos mesmo. Se eles querem lutar pelo direito deles, que comecem na organização", disse ela.

E a internauta prosseguiu: "Teria que parar tudo igual quando os policiais fizeram, que nem ônibus circulava. Aí sim, foi feito alguma coisa após o protesto. Agora, isso que eles fizeram hoje não serviu para nada a não ser atrapalhar quem queria chegar em casa", concluiu.

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