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Polícia Leninha

Foi homicídio, diz familiar que pede justiça por Leninha. Filho dela é preso

Leninha morreu em setembro do ano passado.

06/03/2019 11h28
Por: Redação
Foi homicídio, diz familiar que pede justiça por Leninha. Filho dela é preso

A servidora pública Marlene Maria da Silva Pessoa, que tinha 60 anos, não foi vítima de queda, e sim de espancamento. A afirmativa é de familiares dela que procuraram a nossa Redação. Um deles mostrou resultado do laudo médico, e afirmou que quer justiça.

Marlene, que era conhecida como Leninha, morreu no dia 2 de setembro do ano passado, após ser atendida no Hospital Geral de Linhares (HGL) e também no Hospital Rio Doce. Ela morava no bairro Três Barras e trabalhava na Secretaria Municipal de Agricultura.

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A liberação do corpo para sepultamento foi respaldada, segundo um parente de Leninha, por atestado que aponta “lesões múltiplas”.

Sangue no vômito

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O familiar contou que no dia 28 de agosto Leninha teria sido espancada pelo filho Deberson da Silva Pessoa, de 38 anos, e começou a vomitar sangue. “Ela disse que havia sofrido uma queda, mas tudo foi consequência do espancamento. Ela temia que ele (o filho) fosse preso”, contou o familiar.

Mas as consequências da suposta queda se agravaram, e Leninha foi procurar atendimento no HGL, dia 29, informou a nossa fonte. “Recebeu atendimento e foi para casa, mas piorou e acabou voltando para o hospital dia 1º de setembro, e de lá foi para o Hospital Rio Doce e morreu”, lamentou.

Filho preso

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Afirmando que a vítima teria morrido em decorrência da surra que levara do filho, o familiar disse que o histórico entre mãe e filho era regado de agressões sofridas por Leninha. “Ela reclamava com a gente que ele a empurrava, a agredia, a xingava, batia nela”, contou.

Perguntamos se a vitima não procurava a polícia para denunciar, e lembramos que a 16ª Delegacia Regional fica no mesmo bairro onde ela morava: “Sim, ela ia registrar, mas quando falavam que iam prender, ela morrida de pena, e desistia”, explicou.

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A fonte disse que Deberson da Silva Pessoa foi preso temporariamente no dia 21 de fevereiro, no bairro Interlagos, e nós confirmamos a informação junto à Polícia Civil, que nada mais falou sobre o fato.

“Peço justiça, eu e os outros parentes dela (Leninha). Uma mulher íntegra, maravilhosa, que não merecia ter esse fim”, disse a nossa fonte, que é uma das pessoas ouvidas nas apurações.

Ela disse que teme que Deberson seja solto e se vingue, por isso pediu pra não ser identificada. Também disse que o investigado nega tudo, e não soube informar nada sobre a defesa dele.

Nossa Redação tem espaço aberto para a defesa do investigado, caso esta queira se pronunciar: 27 99808-4347.

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