
A servidora pública Marlene Maria da Silva Pessoa, que tinha 60 anos, não foi vítima de queda, e sim de espancamento. A afirmativa é de familiares dela que procuraram a nossa Redação. Um deles mostrou resultado do laudo médico, e afirmou que quer justiça.
Marlene, que era conhecida como Leninha, morreu no dia 2 de setembro do ano passado, após ser atendida no Hospital Geral de Linhares (HGL) e também no Hospital Rio Doce. Ela morava no bairro Três Barras e trabalhava na Secretaria Municipal de Agricultura.
A liberação do corpo para sepultamento foi respaldada, segundo um parente de Leninha, por atestado que aponta “lesões múltiplas”.
Sangue no vômito
O familiar contou que no dia 28 de agosto Leninha teria sido espancada pelo filho Deberson da Silva Pessoa, de 38 anos, e começou a vomitar sangue. “Ela disse que havia sofrido uma queda, mas tudo foi consequência do espancamento. Ela temia que ele (o filho) fosse preso”, contou o familiar.
Mas as consequências da suposta queda se agravaram, e Leninha foi procurar atendimento no HGL, dia 29, informou a nossa fonte. “Recebeu atendimento e foi para casa, mas piorou e acabou voltando para o hospital dia 1º de setembro, e de lá foi para o Hospital Rio Doce e morreu”, lamentou.
Filho preso
Afirmando que a vítima teria morrido em decorrência da surra que levara do filho, o familiar disse que o histórico entre mãe e filho era regado de agressões sofridas por Leninha. “Ela reclamava com a gente que ele a empurrava, a agredia, a xingava, batia nela”, contou.
Perguntamos se a vitima não procurava a polícia para denunciar, e lembramos que a 16ª Delegacia Regional fica no mesmo bairro onde ela morava: “Sim, ela ia registrar, mas quando falavam que iam prender, ela morrida de pena, e desistia”, explicou.
A fonte disse que Deberson da Silva Pessoa foi preso temporariamente no dia 21 de fevereiro, no bairro Interlagos, e nós confirmamos a informação junto à Polícia Civil, que nada mais falou sobre o fato.
“Peço justiça, eu e os outros parentes dela (Leninha). Uma mulher íntegra, maravilhosa, que não merecia ter esse fim”, disse a nossa fonte, que é uma das pessoas ouvidas nas apurações.
Ela disse que teme que Deberson seja solto e se vingue, por isso pediu pra não ser identificada. Também disse que o investigado nega tudo, e não soube informar nada sobre a defesa dele.
Nossa Redação tem espaço aberto para a defesa do investigado, caso esta queira se pronunciar: 27 99808-4347.
Pessoa super simpática, de um coração bom, tinha problemas com o filho sim, reclamou várias vezes sobre o comportamento e atitude do filho, tinha histórico de violência sim, ela escondia as agressões com medo dele ser preso, apesar de tudo ela o amava e fazia de tudo por ele. Que pague pela crueldade e violência que praticou.
Que a Justiça de Deus e dos Homens seja feita.... Se for verdade, não deve ser chamado de filho .....
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