
A morte do policial militar Ítalo Bruno Pereira Rocha, de 25 anos, na noite de 30 de agosto de 2015, ganhará espaço nas páginas policiais de informativos nesta quarta-feira (6). O PM foi morto a tiros e pedradas quando estava com um amigo, também PM, no momento em que ambos se aproximaram de um baile funk, realizado em um cerimonial em Jardim Carapina, Serra. Ele foi sepultado em em São Mateus.
Envolvido ganha alvará
A volta da repercussão da morte de Ítalo é um fato que aconteceu nesta terça-feira (6): Um dos dois criminosos que matou o policial ganhou a liberdade respaldado por alvará, e teria ficado com medo da violência ao ter em mãos o documento para poder deixar o presídio à noite.
Ele voltou da audiência e alegou que "é muito perigoso" ir para casa durante a noite. A família ficou de buscar o indivíduo na manhã desta quarta (6).
Esse preso que recebeu alvará seria Werverton Silva Rodrigues, que no ano do crime tinha 21 anos. Ele seria o indivíduo que jogou a bicicleta e uma pedra no PM quando ele já estava caído agonizando.
Não foi informado o local dessa audiência, nem as possíveis limitações referentes ao alvará.
O maior castigo de vagabundo que mata polícia não é a prisão, é a liberdade. não é hora de ter medinho. Seja machão igual se sentiu quando tirou a vida de um agente da lei.
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