
O delegado Fabrício Lucindo Lima faz uma comparação digna de aplausos que vêm de motoristas que tanto querem a duplicação da Rodovia BR-101. Confira abaixo como é a nossa realidade e a compare com a realidade do motorista que usa rodovia privatizada... na Itália:
Ao contrário do que foi instituído em nosso Brasil, as rodovias privatizadas em países de 1º mundo, de regra, são sempre uma opção para a população. Por exemplo: estando na Itália, caso você queira usar uma rodovia privatizada, denominada autoestrada, terá o veículo registrado no momento do ingresso na rodovia e pagará o pedágio no momento em que sair, assim você só paga o que realmente usa, a velocidade máxima permitida é de 120 km/h, não atravessam cidades, não tem semáforos e muito menos quebra-molas, provavelmente se gasta uma hora em um percurso semelhante ao trecho Linhares x Vitória.
Caso o morador não queira pagar o pedágio e usar a autoestrada, existe sempre a opção de trafegar pela rodovia pública, ao lado da autoestrada, chamada super estrada, nessa a velocidade máxima é de 90 km/h, cruza-se algumas cidades, o visual é mais bonito, porém o percurso fica bem mais lento.
E no Brasil?
No Brasil isso é impossível, não existe opção, você é obrigado a pagar o pedágio em uma rodovia de péssima qualidade, arcaica e que foi construída há mais de 50 anos com o dinheiro de nossos impostos.
Partindo do padrão de negócios da privatização, resolvi abrir um restaurante. Vejam só: primeiro eu consigo um prédio público com algumas salas amplas e digo que ali irei montar o “restaurante engana bobo”, dai, sem comprar nenhum equipamento, eu inauguro as catracas, para começar a arrecadar. Catracas instaladas estrategicamente onde toda uma população seja obrigada a passar, e ainda aviso: “Evadir-se da catraca gera multa de R$ 190,00”.
Prometo que, com o dinheiro arrecadado irei comprar os equipamentos e inaugurar o restaurante com a melhor comida da região. Depois de muitos anos e milhões de Reais no bolso, digo: "o que eu arrecadei, não foi suficiente para cumprir o que prometi...vamos comprar somente as mesas do restaurante e só! É o que vai dar!”.
Sem esquecer que, concessão de serviço público não pode correr o risco de ter prejuízo, se o valor arrecadado não estiver cobrindo os custos e gerando lucros, posso reajustar o valor tranquilamente.
Imaginem, meus amigos, se eu sou um produtor rural e o preço de venda do café, por exemplo, não esteja cobrindo os custos de produção, investimentos e gerando lucros. Então, em tese, eu poderia reajustar o preço da saca de café, até um valor suficiente para isso. Concessão de serviço público é um "negócio da "China". Pior é ver que, ninguém vai fazer absolutamente nada para dar fim a essa novela de gosto extremamente duvidoso. Cansei de ser enganado!
Concordo plenamente com o Delegado Lucindo, ///////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////. Sabe-se que essa barganha não é barata e quem sempre pagou, paga e continuará pagando a conta somos nós que votamos e certamente continuaremos votando nesses parasitas. 2018 vamos dar a resposta nas urnas. política ão é time de futebol, portanto, não ha para quem torcer. Bora acordar, gente?
EEEEEEEEEEEEEEEE melhor já ir se acostumando, para mudar essa circo que virou o brasil só mudando radicalmente!!! ///////////// 2018
É preciso que a população saia da zona de conforto e //////////////////////////////////////////////////, pois se vc paga por um serviço que NÃO está sendo executado vc tem o direito de NÃO pagar por ele. Cadê a duplicação? Cadê o dinheiro do pedágio Srª ECO 101? BRASIL O PAÍS DA VERGONHA.
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