
A Associação dos Deficientes de Linhares- ADEFIL já se antecipa em sua prestação de contas das ações realizada durante o ano de 2016. O presidente da entidade, José Geraldo Giovani, declara: “apesar das dificuldades em consequência também da crise que assola o país podemos considerar como produtivo”.
Despesas em dia
Até o presente momento os recursos repassados pela Prefeitura Municipal de Linhares para custeio e manutenção da entidade foram suficientes para quitar as despesas da entidade e mantê-las em dia.
Atendimentos
Até o presente momento passaram pela intuição 1.200 pessoas em busca dos mais diversos atendimentos; entre eles, informação quanto aos direitos sociais, procura de passe-livre municipal e interestadual nos coletivos, além de mercado de trabalho.
Foram emitidos até o momento em parceira com a Secretária Municipal de Administração 187 passes Livre que isentam as pessoas com deficiência no pagamento do transporte coletivo Rural e Urbano de Linhares. Em parceira com a Secretária de Transito foram emitidos 97 Cartões de estacionamento para deficientes que conduzem veículos ou que sejam conduzidos no caso dos deficientes mentais graves e deficientes visuais (cegos).
Mercado de trabalho
“Hoje temos no mercado de trabalho aproximadamente 850 pessoas com deficiência, isto, em todos os segmentos da econômica do município de Linhares. Em 2016 mais de sessenta trabalhadores foram encaminhados ao mercado de trabalho e isto fez a diferença, porque mesmo com a crise as indústrias contrataram”, considera o presidente da Adefil.
Constrangimento
“O que tem trazido constrangimento para a entidade são pessoas que se dizem representante da lei que estão querendo desvirtuar o nosso trabalho com o objetivo de querer beneficiar pessoas que não se enquadram na legislação na condição de pessoa com deficiência e a cobrança de ações que não compete a Associação dos Deficientes de Linhares e que tem promovido o preconceito e discriminação contra a pessoa com deficiência, quando falam que estamos protagonizando o preconceito e que não conhecemos o nosso valor constitucional”, expõe José Geraldo Giovani.
O objetivo da entidade, esclarece o presidente, é única e exclusivamente de atender ao deficiente e não de atender doentes. “Também desconhecemos a nossa existência e nossos valores constitucionais, ou seja, trinta anos de luta não nos levaram a nada”, disse José Geraldo Giovani. “Somos fortes e não vamos deixar-nos levar por situações que só nos fazem crescer. Que estas pessoas aos cargos que ocupam como defensores dos pobres e dos oprimidos que respeitem as instituições sérias e procurem conhecer melhor a legislação para não promover cobranças indevidas”, finalizou o presidente da entidade.
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