
A triste história real de uma missionária que ajudou um idoso e acabou abusada e assassinada por ele. O crime aconteceu no dia 12 de março de 2017, em uma chácara na zona rural de São José do Rio Preto. Atenção: relatos sensíveis. Orientação: Ajude seu próximo, mas sempre faça missão acompanhada de outros irmãos.
Simone de Moura Facini Lopes, de 31 anos, era missionária e realizava trabalhos voluntários, ajudando pessoas carentes e em situação de vulnerabilidade. Até que um certo dia, Simone conheceu Francisco Lopes Ferreira de 64 anos, na igreja.
Entretanto, ela não imaginava que ele já havia cumprido pena por crimes sexuais em outras cidades antes de se mudar para São José do Rio Preto, onde passou a frequentar a mesma igreja evangélica que ela.
Francisco vivia em situação de vulnerabilidade em uma chácara na zona rural. Comovida com a situação dele, Simone passou a visitá-lo com mais frequência.
Nessas visitas, começou a ensiná-lo a ler e escrever, utilizando textos bíblicos como base, além de ajudá-lo com alimentos e roupas.
Com o tempo, a relação entre os dois aparentava ser de confiança, e ela chegou a chamá-lo carinhosamente de “vôzinho”.
Até que no dia 12 de março de 2017, Simone foi até a chácara para mais uma visita.
Durante o encontro, enquanto ela assistia televisão, Francisco matou Simone após dar três marretadas em sua cabeça. Após o crime, Francisco fugiu.
À noite, o caseiro ligou para a polícia avisando que havia chegado de viagem e encontrado o corpo. A polícia encontrou o corpo de Simone seminu, acorrentado e com sinais de asfixia e abuso.
Francisco foi encontrado no dia 20 de março de 2017, com a saúde bem debilitada após passar uma semana escondido na mata.
De acordo com as investigações, Francisco desenvolveu uma certa obsessão pela Simone. A polícia encontrou uma foto de Simone com anotações escritas por ele, incluindo declarações de amor.
Durante o depoimento, Francisco confessou o crime e afirmou que “estava com a cabeça doida” no momento do ataque.
Ele afirmou que o marido e uma amiga de Simone não aprovavam que ela frequentasse sua casa e pediam que ela parasse. Diante disso, Simone disse que não voltaria mais ao local
Segundo a polícia, a motivação do crime foi o desespero de Francisco diante da decisão da jovem de ir embora e não voltar mais.
Em 2019, Francisco foi a júri popular e foi condenado a 36 anos de prisão. A defesa pediu o exame de sanidade mental para que a pena dele fosse reduzida, entretanto a justiça negou o recurso.
Por Página Graziela - Casos Criminais & Mistérios

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