
A possível desapropriação de um terreno localizado às margens da Lagoa Juparanã, na região do bairro Canivete, e que há anos está desativado, tem sido a grande preocupação da diretoria do Industrial/Linhares e mais de mil sócios do antigo Linhares. O local concentra uma das mais belas paisagens do município e já foi usado como área de lazer dos associados, mas a desapropriação do Parque Aquático, como é chamado, é vista como um balde de água fria sobre as ações que visam retomar o espaço para os associados.
Assim que a notícia sobre a desapropriação da área foi transmitida via SMS para os associados, o contato com a nossa Redação foi constante por parte de pessoas querendo detalhes. A diretoria marcou uma reunião de emergência que aconteceu na noite desta quinta-feira (30), no Centro Cultural Nice Avanza. O Site Eu VI em Linhares divulgou a notícia sobre a possível desapropriação por parte da Prefeitura (confira os detalhes clicando aqui), mas como não houve uma definição sobre o assunto através das partes, só agora enfocamos os últimos acontecimentos aqui.
Reunião com Executivo
Na reunião realizada nesta quinta-feira, foi explanado que a atitude de um grupo que de fato é dono do imóvel desde 2001 (o terreno está em nome de uma empresa que pertence aos componentes desse grupo), é considerada como uma espécie de “punhalada pelas costas”. É que a nova diretoria está emprenhada em fazer a alteração do contrato para que o terreno deixe de pertencer ao citado grupo e seja devolvido aos sócios. De acordo com a nova diretoria, era grande a expectativa relativa à alteração contratual, mas não para desapropriar o imóvel para a prefeitura.
Uma reunião com representantes do Executivo municipal está marcada para o início da semana. “Os sócios do Linhares ficaram revoltados com a notícia da desapropriação. O sentimento de indignação é grande, mas a diretoria acredita que na reunião marcada com o prefeito, na segunda feira (3) às 15 horas, poderemos mostrar as pendências que existem na transferência da área do Parque Aquático e a decepção e frustração que essa medida trará aos mais de mil sócios que lutam pelos seus direitos há vinte anos”, disse Francisco Ladaim, Vice presidente do Conselho Deliberativo da atual diretoria.
Já a prefeitura municipal ficou de se posicionar sobre o assunto após a reunião realizada nesta quinta-feira.
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