
“Eu fui na caravana, muita gente também foi. Votei e pedi votos (para o Lula), acredito que ele vai fazer muitas coisas pelo Brasil. Mas sei que ele não atrai tanto público como o ex (Jair Bolsonaro), nem mesmo com as caravanas dos companheiros do interior. Como sei que tudo gera crítica de ódio nesse assunto, peço que coloque só o meu primeiro nome, tá?”.
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Foi assim que Mirian, leitora assídua, moradora de Linhares, no bairro Santa Cruz, se manifestou quando, falou em mensagem sobre um dos principais acontecimentos no meio político da semana, e perguntamos o que ela achou da visita do presidente Lula para inaugurar o novo contorno do Mestre Álvaro, na Serra, obra que custou cerca de R$ 500 milhões, num trecho de 20 km. Ou seja: R$ 25 milhões o quilômetro na obra demorou quatro anos para ficar pronta.
E a falta “de público em massa” gerou muitos meses nos grupos virtuais, fotos de políticos em situações que mostram isso e que não iremos repercutir com publicações, pois não se sabe o que pode acontecer em se falando dos famosos processos.
Mirian, simpática que só ela, afirma que “não briga” por causa de políticos, e que apenas faz o papel dela, de “apoiar, e pronto”. A leitora afirmou em meio à aula de civilização, que até tentou receber o presidente Lula e sua comitiva pouco antes das 15h, no Aeroporto de Vitória, mas que todos da sua caravana não poderiam se distanciar do local da inauguração.
E, por falar em ausência de público “em massa”, foi observado pela cobertura jornalística que apenas três, dos 30 deputados estaduais, foram vistos no evento: João Coser (PT) e Iriny Lopes (PT), e Xambinho (Podemos). Já quando se fala nos representantes do Espírito Santo na bancada federal, dos 13, só cinco estiveram presentes: o senador Fabiano Contarato (PT) e os deputados Helder Salomão (PT) e Jackeline Rocha (PT), além do deputado Gilson Daniel, e Da Vitória (PP).
Em suas promessas sobre a BR-101, a ferrovia EF-118, a BR-259, e outras obras que dependem do governo federal e que foram citadas pelo governador Renato Casagrande, Lula, sem dar prazo, disse que “vão sair”. Aliás, nas diversas críticas ao oponente, Jair Bolsonaro, o atual presidente chamou o ex de “aquela coisa”.
Foto: Helio Filho / Secom ES
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