
Terminou às 15h15 desta quarta-feira (26) no Fórum de Linhares, a primeira pauta do júri de 2023, e com cadeião para o réu, Flávio Braga dos Santos, julgado à revelia e agora procurado pela justiça. Se você sabe a localização dele, ligue 181. Antes desse cadeião, alguns acontecimentos marcaram os trabalhos presididos pelo Juiz de Direito Tiago Camata, incluindo até apresentação de atestado. Mas, não teve jeito: o júri aconteceu, e você confere os detalhes abaixo:
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Falamos da ação penal 0004885-22.2010.8.08.0030, e o réu condenado pelos jurados neste dia 26 de abril de 2023, teve a pena fixada pelo magistrado em 30 anos, regime inicial fechado. Flávio deveria ter sido julgado juntamente com Fabrício Batisti Zucoloto, que no dia 28 de março enfrentou os jurados e foi condenado, e o Juiz fixou a pena definitiva em também 30 anos de reclusão, regime inicial fechado.
Os réus não poderão recorrer em liberdade. Abaixo, o desfecho para que chegássemos ao júri desta quarta, conclusão da maior pauta da história de Linhares, depois, relembraremos o crime:
No desmembramento por questões processuais, o Júri de Flávio foi designado para o dia 14 de abril, mas, na semana do Júri, o advogado juntou atestado médico, em virtude de procedimento cirúrgico realizado, sendo, então, o julgamento redesignado para 26 de abril.
Dentro da proposta de trabalho do titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Linhares, é praticamente impossível a palavra postergar para a pauta seguinte. Com isso, a pauta que estava definida para 21 júris Júris designados, encerrou-se com a realização de 22 julgamentos. Ou seja, todos os Júris designados foram realizados. Mas, vamos ao crime esmiuçado pela segunda vez:
O crime - Além de Flávio Braga dos Santos e Fabrício Batisti Zucoloto, o Ministério Público também acusaria Eduardo Davi Chagas Silva, mas ele já faleceu. E, de acordo com a denúncia, o trio praticou crime de homicídio qualificado, tendo como vítima Valdeir Modesto dos Reis.
Ele foi morto a tiros, no dia 01 de novembro de 2008, por volta das 23h15, na Rua Marcos Capovila, em Bebedouro. Valdeir ainda conforme narram os autos, foi surpreendido por Flávio, Fabrício e Eduardo (já falecido) quando estava sentado, em frente da casa onde morava. Os acusados estavam em um veículo Fiat/Uno, quatro portas, cor branca, e foi Flávio que efetuou os disparos.
O Juiz Tiago Camata presidiu tanto o julgamento de Fabrício quanto o de Flávio. No primeiro a acusação ficou por conta do Promotor de Justiça Adriani Ozório do Nascimento, e no segundo o Ministério Público foi representado pelo Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano.
A defesa de Fabrício Batisti Zucoloto ficou por conta do advogado Deo Moraes, e a de Flávio Braga dos Santos, procurado pela justiça, ficou à cargo dos advogados Petrius Abud Belmok e Tarsis Gonçalves Magalhaes Gomes.
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