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Júris: Teve cadeião e desclassificação de crimes no Tribunal do Júri de Linhares

Os detalhes dos julgamentos de terça e quarta-feira (7 e 8) presididos pelo Juiz da 1ª Vara, Tiago Camata.

08/03/2023 às 20h38 Atualizada em 08/03/2023 às 20h55
Por: Redação
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Júris: Teve cadeião e desclassificação de crimes no Tribunal do Júri de Linhares

Os dois últimos julgamentos da 1ª Pauta do Júri Popular de 2023 no Fórum de Linhares, trazem desfechos curiosos, mas com cadeião. Os trabalhos presididos pelo Juiz da 1ª Vara Criminal, Tiago Camata, esmiuçaram uma tentativa de  feminicídio na terça-feira (7) e um homicídio qualificado nesta quarta (8). Vamos aos detalhes:

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O júri de terça-feira levou para o banco dos réus, Antônio Silva Ribeiro, que em 23 de novembro de 2019, tentou matar a ex a golpes de faca, quando esta estava com o atual, em um bar, na Avenida Conceição da Barra, bairro Aviso.

A acusação ficou com a Promotora de Justiça Graziella Maria Deprá Bittencourt Gadelha, e a defesa do réu com os criminalistas Marcos Cunha Cabral, Tatiane Silva dos Reis Vasques de Miranda, e Leandro Freitas de Sousa.

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Os jurados acolheram a tese da defesa e o feminicídio tentado foi desclassificado para os crimes de lesão corporal e ameaça, sendo a pena definitiva fixada em três anos, 10 meses e 21 dias de detenção, em regime inicial aberto. Diante da desclassificação, foi determinada a expedição de alvará de soltura. Agora, vamos ao júri desta quarta-feira, 8:

Cadeião - Logo no início dos trabalhos, neste Dia Internacional da Mulher, um detalhe chamou a atenção: cinco mulheres no conselho de sentença e apenas 2 homens. O Ministério Público também foi representado por uma mulher na acusação, a Promotora de Justiça: Luiziany Albano Scherrer. Já no banco dos réus estava Adriano de Paula Neto, o Iaiá, hoje com 30 anos.

Defendido pelo advogado Walter Tomé Bragale, ele enfrentou os jurados por ter, segundo a denúncia, assassinado Marcelo Ribeiro Coutinho, em 22 de julho de 2011, numa emboscada perto da casa da vítima, em Bebedouro. O crime aconteceu por volta das 22h, e a motivação seria o tráfico de droga.

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Iaiá, que já estava preso na Penitenciária Regional de Linhares por outro processo,  foi condenado pela prática do crime de homicídio qualificado, e o Juiz Tiago Camata definiu a pena em 23 anos, um mês e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado. O réu teve a prisão decretada em Plenário.

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