
"Não sabemos as circunstâncias, não sabemos o motivo e nem, ainda, quem fez isso com ele. Mas sabemos que ele deixa família, que ele estava trabalhando e que foi assassinado. Também sabemos que ele não está mais aqui para pedir justiça. Por isso, pedimos justiça para ele". Assim desabafou um motorista de aplicativo, amigo de Thiago Elias da Silva dos Santos, 25 anos, cujo corpo foi reconhecido pelo pai, no DML, em Vitória. De lá, sairia direto para o cemitério, em Linhares, para ser imediatamente sepultado. O motivo é a decomposição.
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O corpo de Thiago foi encontrado numa cova rasa, na tarde desta terça-feira, 10, na mesma região onde o carro dele, um Onix prata placas PCO8H93, foi encontrado incendiado, na manhã do dia seguinte (6), um dia após a vítima ser vista pela última vez com vida, atendendo dois passageiros no Centro de Linhares. Contudo, o veículo foi incendiado no final da tarde do mesmo dia da corrida.
Thiago morreu usando a camisa que os motoristas de aplicativo usam na função. O corpo foi encontrado após denúncias anônimas.
Perguntas - Quem são os dois passageiros que Thiago cumprimentou antes de embarcar para a corrida que seria até a Bagueira, e que foi a última da vida dele? Quem mandou Thiago pedir R$ 2 mil através de PIX para resolver a situação? O delegado Fabrício Lucindo lima disse que até o momento ninguém foi preso. "A Polícia Civil está no caso, e, como nas demais ocorrências, se empenhará para chegar à elucidação".
As denúncias que possam ajudar no objetivo devem ser feitas no 181. As enviadas para a nossa Redação são encaminhadas para a Polícia Civil.
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