
Bastou se propagar a localização do indivíduo que atacou duas escolas - e matou duas professoras e um aluno de 12 anos, e deixou mais de 10 pessoas feridas - em Aracruz, para uma multidão se deslocar até à frente da delegacia, para onde o rapaz foi levado.
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As gritos de "assassino" e sugerindo que o indivíduo fosse jogar um tipo de disputa virtual, as pessoas proferiam palavras de revolta, querendo fazer justiça com as próprias mãos.
As forças armadas providenciaram emergencialmente alambrado reforçado para isolar a área e impedir que populares se aproximassem.
O autor dos ataques ainda não chegou à maioridade, e por este motivo não podemos divulgar a identificação e nem fotos do mesmo. No momento em que as equipes de segurança chegaram até à residência dele, no próprio município que sediou a tragédia, pessoas acompanharam da área frontal, e algumas também gritavam "assassino". O carro que teve a foto divulgada, com as placas ofuscadas, estava na garagem.
Nós recebemos a informação de que o autor teria esquematizado os ataques há muito tempo, e que teria nesse período descoberto a senha do cofre onde o pai, que é policial militar, guardava a arma. "Ele falou aqui, na frente dos policiais, que há dois anos calculava esse ato, e disse tudo, olhando nos olhos dos policiais, sem demonstrar nenhum sentimento", disse um policial que, por motivos óbvios, não pode ser identificado.
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