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Equipe de transição avalia a possibilidade de taxar empresas de tecnologia

Informação foi dada nesta segunda-feira ( 14 ) pelo ex-ministro Paulo Bernardo, que integra equipe de Comunicação.

14/11/2022 às 16h13
Por: Redação
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Equipe de transição avalia a possibilidade de taxar empresas de tecnologia

Ex-ministro das Comunicações e integrante do grupo que discute o tema na equipe de transição do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Paulo Bernardo afirmou nesta segunda-feira (14) que avalia a possibilidade de taxação de empresas de tecnologia no país.

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“Temos que discutir grandes empresas de tecnologia. Uma face que ficou bem visível foi na eleição. Na Europa, eu lembro que, quando estava no ministério, a gente falava que as empresas de tecnologia não recolhiam imposto nenhum. E aí, fez uma política de tributação das gigantes, o Google, Facebook, e todo mundo agora paga”, afirmou o ex-ministro.

“Acho que a gente vai ter que avaliar aqui no Brasil como está isso, se é viável, se nós podemos. A verdade é que, se olhar para telecom, empresa grande ou pequena, o imposto pode chegar a 40%. E os gigantes de internet não pagam nada. Com certeza tem um problema aí”, completou.

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As declarações foram dadas pelo ex-ministro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que sedia as instalações do grupo de transição. Paulo Bernardo citou ainda as empresas de streaming.

“Por exemplo: contrata um plano de TV por assinatura, que tem um imposto danado, empresa tem que colocar infraestrutura. E aí vem o Netflix, entra pela mesma infraestrutura e não paga nada. Acho que isso teria que ser pensado. Não vamos dar solução porque não é a tarefa, mas apontar ideias”, argumentou.

Além de Bernardo, integram a área de comunicação da equipe de transição Alessandra Orofino, Jorge Bittar e César Alvarez. O grupo deve apresentar dois relatórios com as sugestões e informações no dia 30 de novembro. Depois, mais outro documento, desta vez em 10 de dezembro.

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5 G - Segundo o ex-ministro, outro assunto que deve estar no relatório é a tecnologia do 5G. “Talvez tenhamos condições de turbinar esse andamento, fazer políticas para acelerar. Acho que, por exemplo, melhorar as condições para a população contratar”, disse Bernardo.

 

A ideia do atual governo era de que a tecnologia estivesse ativa em todas as capitais do país até julho de 2022, o que não ocorreu. Agora, a data é 27 de novembro. Chamado de standalone ou SA, o 5G puro oferece velocidade dez vezes maior que o 4G, além de menor tempo de latência (atraso) na resposta a comandos dos usuários. Por R7.com

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