
Terça-feira (30): O réu Higor Moura Crispim, o Magrinho, fica frente a frente com o Juiz de Direito Tiago Camata, o Promotor de Justiça Adriani Ozório do Nascimento, e os jurados, para responder pela morte de Lucas Rodrigues Carmelino. O crime aconteceu pouco depois das 23h, do dia 9 de março de 2018, no Pó do Shell, e o réu foi defendido pelos advogados Diego Hemerly Siqueira, e Simone Vieira de Jesus.
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Conforme apurado, Lucas estava em um bar, quando Higor chegou e conversou com a vítima. Na ocasião, a vítima falou para o réu: “Uai, o que que cê tá fazendo aqui? Você não tinha ido pra Vitória?”.
Em baixo volume, Higor respondeu: “É, eu fui, mas só que nós descemos aqui pra matar um tal de ‘Baianinho’”. O acusado, então, saiu do bar, e a vítima comentou a resposta e uma pessoa disse: “quem era acostumado a ser chamado de ‘Baianinho’ no bairro era você” (ou seja, a própria vítima).
E a vítima, no momento, não acreditou na possibilidade. Porém, na mesma noite foi executada com disparos de arma de fogo. E, ainda conforme apuração, alguns dias depois, o réu foi preso com uma arma de fogo, e a perícia constatou que tal arma propeliu o projetil que havia sido extraído do corpo da vítima.
A sentença – E os jurados condenaram Higor, e o Juiz Presidente dos trabalhos, Tiago Camata, fixou a pena definitiva de 30 anos de reclusão. A prisão preventiva foi mantida e o réu não poderá recorrer em liberdade.
Crime brutal – E nesta quarta-feira (31), o outro “cadeião” foi para o réu Leonardo Gonçalves Viana, o Léo, que enfrentou a justiça nesta quarta-feira (31). Ele enfrentou os jurados pela morte de Alessandro Nascimento Azevedo, em fevereiro de 2017. Defendido pelo advogado Samir Anderson Tolentino Ferreira, Léo “pegou” 33 anos de reclusão. Vamos relembrar o crime:
O réu, conforme os autos, acompanhado de outros indivíduos, Matou Alessandro a golpes de faca. Além disso, os autores jogaram pedras, entulhos e pneus sobre o corpo da vítima, atearam fogo e ainda filmaram o crime.
O júri que condenou Léo, também foi presidido pelo Juiz titular da 1ª Vara, Tiago Camata, e o Ministério Público foi representado pela Promotora de Justiça Luiziany Albano Scherrer. O julgamento começou às 9h e terminou às 16h30. Veja abaixo o poço onde a vítima foi “sentenciada” à morte:
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