
Presa desde fevereiro do corrente ano de 2022, quando saía de sua residência, no bairro Canivete, a investigada Cleidimar Gomes da Silva, a Pequinha, 40 anos, continuará atrás das grades. É o que definiu uma decisão do Tribunal de Justiça, que negou pedido de habeas corpus feito pela defesa, a fim de soltar a citada. Nele, de acordo com a decisão, a defesa alegou o seguinte:
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“Que a prisão da paciente (Cleidimar) se deveu ao fato de que, após investigações realizadas pela 16ª Delegacia Regional de Linhares, o Delegado chegou a equivocada conclusão de que a paciente estaria envolvida com o tráfico de drogas realizado na região do bairro Canivete, no município de Linhares”.
Confuto, ao pedir a revogação de prisão preventiva da mulher, com a respectiva expedição de alvará de soltura, com ou sem a aplicação das medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal, a defesa teve o “não” como resposta.
A prisão de Pequinha foi decretada pelo Juiz Tiago Camata, da 1ª Vara Criminal do fórum Desembargador Mendes Wanderley. O indeferimento do pedido para soltá-la por parte do Tribunal de Justiça, foi unânime.
Se a defesa (advogado) da citada quiser se manifestar, pode enviar nota para o nosso WhatsApp 27 99808-4347.
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