Polícia Prisão em casa
Justiça se manifesta sobre réu Rogério Campo Dall’orto após defesa pedir habeas corpus
A Sessão aconteceu na quarta-feira (27). Dall’orto foi julgado em março desse ano de 2022. Confira o que ficou definido, e relembre o crime que aconteceu em 2002, em Linhares.
29/07/2022 10h08
Por: Redação

A justiça concedeu Habeas Corpus favorável ao réu Rogério Campo Dall’orto, após o escritório de advocacia dos criminalistas Leandro Freitas de Souza e Marcos Cunha, representando a defesa, pedir a prisão domiciliar. Dall’orto, conforme considerou as explicações da decisão, enfrenta enfermidade e seu estado de saúde é grave, conforme detectado pelo centro de detenção onde ele estava após enfrentar júri popular que o condenou a 29 anos e 09 meses de pena.

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Ao ser condenado pelos jurados no dia 28 de março, Dall’orto sentou no banco dos réus para responder pela morte de Ary José Gava, crime que aconteceu no dia 1º de novembro de 2002, na Rua João Evanildo Marim, no bairro São José.

Isso mesmo: ele foi julgado faltando meses para o crime completar 20 anos. Nesse “percurso de tempo”, Dilcélio Souza Lima, também deveria sentar no banco dos réus, mas ele morreu em 2016, e a punibilidade foi extinta.

Esse julgamento do dia 28 de março foi presidido pelo Juiz de Direito Wesley Sandro Campana dos Santos, e o Secretário do Júri foi Cyro José Vivacqua. O pedido da defesa, durante o julgamento, foi indeferido, e o réu Rogério Campo Dall'orto, que tem 62 anos, foi condenando pela prática dos crimes tipificados no artigo 121, §2º, inciso I do Código Penal, e terá que cumprir a pena definitiva de 29 anos e 9  meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Agora, quatro meses após essa decisão, a defesa conseguiu a prisão domiciliar de Dall'orto.