
Uma fotografia está dando o que falar na rede social. Trata-se, de acordo com a publicação, de uma espécie Cação Espadarte (Xiphias gladius), e a foto foi tirada quando o Museu Lorenzutti, do saudoso Elias Lorenzutti, levava o peixão para uma ação itinerante que acontecia pelo município. O Site Eu Vi em Linhares garante que não é história de pescador, pois a espécie existe até hoje, no bairro Araçá, onde a família do senhor Elias mantém o museu.
A publicação do Memorex informa que a foto foi enviada por Anderson Lorenzutti, e que a cena é do início da década de 60, na Rua João Francisco Calmon, Bairro Araçá. A legenda diz que a foto ao lado e abaixo mostra Elias Lorenzutti e filhos, Agnaldo Lorenzutti, Francisco Aguimar Lorenzutti, Maria Zuleide, Ademar Lorenzutti, Elias Alberto lorenzutti (Teleco /in memoriam) e amigo da família Arcanjo Marim (in memoriam). A foto é do Acervo particular Museu Lorenzutti.
Na publicação, muitos internautas comentam sobre o assunto. Adenauer Da Cunha Alves, por exemplo, declarou: “Entrou prefeito e saiu prefeito e ninguém fez realizar o sonho do seu Elias, de ter os seus animais empalhados em um Museu Municipal com aulas de taxidermia, arte de empalhara animais. Desde moleque eu e meus irmãos frequentávamos o seu museu. Saudades de um tempo mágico para qualquer criança da época”.
O taxidermista Elias Lorenzutti teria completado 100 anos de vida no dia 08 de março do ano em curso. Ele nos deixou no dia 24 de abril de 2010, de morte natural, aos 96 anos e morava em Linhares desde 1962.
O seu museu, que hoje é a Fundação Elias Lorenzutti, conta com mais de duas mil peças. O filho de “seu” Elias, Ademar Lorenzutti, prossegue na atividade. Ele é o discípulo deixado pelo taxidermista e atua no ofício desde os 15 anos de idade.
As peças empalhadas ainda não contam com apoio devido para que permaneçam em local adequado, com ar condicionado funcionando 24 horas a fim de manter o ambiente para a preservação.
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