
No período que antecede do dia de finados, feriado católico, a faxineira Rose de Oliveira, 40 anos, divulgou os seus trabalhos para, como toda pessoa guerreira, defender o pão de cada dia honestamente através da prestação de serviços referentes às limpezas de túmulos no Cemitério São José. Só que, na postagem em um grupo de classificados virtuais, Rose expôs seu contato telefônico, e escreveu o que faz, mas a palavra “faxina”, que estava escrita, com “ch”, atraiu a atenção de uma mulher que a criticou e a mandou “enterrar” o Português. Procurada por nossa Redação, Rose deu verdadeira aula. E certamente atingiu e serviu de lição para quem a criticou.
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“O importante é que as pessoas entenderam, e que o meu contato está certo e o meu trabalho é de qualidade e honesto!”, defendeu-se. E, como toda ação tem uma reação, a mulher que mandou a faxineira “enterrar” o Português foi bastante criticada, enquanto a faxineira recebeu muitos elogios e incentivos para desconsiderar o que a mulher falou. Lembra dessa?
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