
Muito lixo, água de vazamento entre outros problemas se agravam no Hospital geral de Linhares (HGL), após os servidores da limpeza cruzarem os braços no início do turno noturno, nesta segunda-feira (13). Hoje pela manhã (14) a Prefeitura de Linhares se manifestou sobre a demanda que enviamos, pois foi o Município que contratou a empresa para terceirizar o serviço, e na nota, a administração cita que a empresa pediu prazo para “todo e qualquer acordo necessário para o retorno dos colaboradores às suas atividades”. Confira a nota abaixo, na íntegra:
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“A Secretaria Municipal de Saúde de Linhares informa que todas as medidas administrativas estão sendo tomadas em relação à empresa prestadora de serviços de limpeza, a M. Quintão Consultoria & Serviços Hospitalares Ltda, para garantir a proteção dos colaboradores da referida empresa”.
“Informa, ainda, que a Prefeitura de Linhares mantém os pagamentos dos seus fornecedores em dia e que a empresa pediu o prazo de até a próxima sexta-feira, dia 17, para todo e qualquer acordo necessário para o retorno dos colaboradores às suas atividades. O município não aceitou a proposta e solicitou que o pagamento fosse imediato e exige este posicionamento da empresa.”
Alguns servidores que entraram em contato com a nossa Redação, afirmaram que o clima é de muita preocupação, e que muitos estão dependendo de ajuda para comprar alimento, pagar aluguel, contas de luz, água, comprar gás, entre outros itens básicos.
Lembramos que a empresa citada tem espaço aberto caso queira se manifestar: 27 99808-4347.
O que diz o Sindicato da categoria – “Eles querem e precisam receber dois tickets alimentação, a primeira parcela do décimo terceiro que venceu no dia 30 de novembro, e o salário do mês; além de 08 trabalhadores que estão com férias vencidas em duplicidade, sem vale transportes; 05 trabalhadores que já estão com as férias duplicando também, e, sem falar a falta de material de limpeza para a higienização do hospital”. Estas são as informações passadas por Madalena Garcia, diretora do Sindilimpe, e os trabalhadores são unânimes: só voltarão à atividade depois que o pagamento “cair na conta”.
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