
Algema e prisão é o atual desfecho do caso da garotinha de 6 anos que deu entrada na UPA do bairro Shell com sinais de violência, entre elas, conforme relato da equipe médica aos policiais militares que atenderam a ocorrência, sinais de abuso sexual. O pai da menina e a madrasta são os personagens da ação da Polícia Civil nesta quarta-feira (26).
De acordo com relato da equipe médica ao passar as informações contidas no boletim policial gerado no início da noite de segunda-feira (24), a criança apresentava sinais de abuso sexual nas partes íntimas, lesões no quadril e no braço esquerdo semelhantes a mordidas, além de lesões na parte de trás do crânio. A menina também apresentava dois dentes quebrados e os olhos estavam roxos aparentando lesões antigas.
No hospital – Em estado grave na UTI de um hospital para onde foi transferida após atendimento da UPA em Linhares, a menina se recupera, apesar do quadro delicado. Uma fonte que por motivos óbvios não terá a identificação divulgada, disse que a garotinha “acorda do nada” e tenta gritar “para, para”.
Todas as informações são passadas sem que informemos sequer o bairro onde o pai e a madrasta da menina moram, e nem de onde a mãe dela veio em uma viagem desesperada após tomar conhecimento dos fatos. O objetivo é preservar a vítima.
A Polícia Civil de Linhares disse que o pai e madrasta da menina responderão por “crime de tortura agravada pela lesão corporal grave, com pena, se condenados, de 04 a 10 anos de prisão".
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