
O sofrimento de uma mãe que perde o filho, um jovem de 19 anos. A leitora Jussara Ferreira dos Santos (foto), é uma dessas mães, mais precisamente a genitora de Edielson Santos Guimarães (fotos com ela). O rapaz, que completaria 20 anos em junho próximo, conforme divulgamos na noite desta quarta-feira (24), foi assassinado em via pública, no bairro Interlagos 2. A própria mãe e o cunhado dela socorreram o socorreram e levaram para o HGL, o Hospital Geral de Linhares. O jovem havia saído de casa para comprar lanche, e voltava sem ele, ao encontrar a lanchonete fechava. Alvo era o amigo.
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Ainda na madrugada desta quinta-feira (25), Jussara nos enviou as informações, e afirmou que a morte do filho dela “não teve motivos”, e que o alvo seria o amigo que estava com ele. “Os assassinos foram matar o menino que estava com ele, porém, erraram o alvo que conseguiu correr. E meu filho, infelizmente, estava no lugar errado, na hora errada”, contou ela.
E a mãe da vítima prosseguiu: “Deixe bem claro que ele (a vítima) não tinha envolvimento algum com tráfico ou qualquer outra coisa. Simplesmente saiu de casa para comprar um lanche, e ao encontrar a lanchonete fechada, veio conversando com esse amigo que era o alvo”, concluiu.
A mãe da vítima especificou que o filho morreu nos braços dela, e que não foi no hospital, mas a caminho. “Ele faleceu nos meus braços, 2 minutos antes de chegarmos no hospital. Agora estamos esperando para saber se o corpo seria levado para o DML daqui, de Colatina ou Vitória. O que posso informar é que o velório será na minha casa”, adianta.
Aos prantos, a mãe foi detalhando as fotos enviadas, e em uma delas o filho a parabeniza pelo Dia dos Pais, explicando que ela exercia as duas funções. O jovem havia concluído o Ensino Médio, e ajudava o tio em um estabelecimento comercial. “Era muito alegre, muito família, quase não saía de casa e gostava muito de jogar Free Fire. Passava a maior parte do tempo no quarto, jogando”, concluiu.
O crime - Nós buscamos por mais informações sobre o crime, e o jovem foi morto quando dois indivíduos se aproximaram de bicicleta, bem em frente a um conhecido estabelecimento comercial. O delegado Tiago Cavalcante, da Especializada em Homicídio e Proteção à Pessoa, DHPP, confirmou que a vítima não tinha nenhuma passagem pela justiça.
Sobre a remoção do corpo, o delegado ficou de averiguar para onde seria levado para passar pelos procedimentos de praxe antes do reconhecimento para liberação à família. Denúncias para a elucidação devem ser feitas junto ao 181.
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