
A Legislatura com 17 vereadores nem bem começou, e a Câmara Municipal de Linhares (CML) é destaque nas páginas policiais. De acordo com o Ministério Público do Estado do Espírito Santo, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Norte), atua na OPERAÇÃO “CONSULTÓRIO DO CRIME” no município.
A primeira nota sobre a ação cita que O MP, por meio do Gaeco-Norte, das 1ª e 2ª Promotorias de Justiça Criminais de Linhares e do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES, deflagrou a referida operação nesta quinta-feira (11/02).
O objetivo, prossegue a nota, “é combater crime de corrupção na Câmara de Vereadores de Linhares por meio da prática do que se conhece popularmente como “rachid”, quando um político que exerce um determinado mandato exige parte do pagamento de servidores como condição para a obtenção ou manutenção do trabalho”.
Por ora, de acordo com o MP, as diligências estão sob segredo de justiça. Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão.
Por nota, a Câmara Municipal de Linhares informou que a ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Norte), foi direcionada ao gabinete de um dos vereadores. "Todas as informações disponíveis sobre a Operação foram veiculadas no site do Ministério Público", acrescenta a nota, que lembrou o que já informamos, de que as diligências estão sob segredo de Justiça. "A Casa se posiciona sempre pela elucidação dos fatos, e e se coloca à disposição da justiça e do Ministério Público para qualquer esclarecimento que se fizer necessário", concluiu a nota, que citou este último esclarecimento em nome do Procurar-Geral da CML, Márcio Pereira Pádua.
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