
35 anos, muito simpática e cheia de vida pela frente. “Era uma pessoa que o coração não era dela, mas de quem precisasse dela”. Os elogios são voltados para Fabrícia Maria da Silva, brutalmente assassinada na noite deste domingo (7), dentro de casa, na Rua Vicente Grassi Morelo, no Residencial Rio Doce, bairro Aviso. Mas, quem matou Fabrícia?
A jovem dona de casa, mãe de dois filhos, conforme nos informou uma amiga, havia sofrido um acidente e estava em casa desde então. “Era a melhor funcionaria do setor lá na empresa”, prosseguiu a fonte com os elogios. “Quem fez isso com ela tem que pagar, e espero que a polícia descubra logo, porque isso não pode ficar assim”, completou.
Fabrícia, conforme informamos na manchete postada logo após o crime, foi socorrida por populares e levada para o Hospital Geral de Linhares (HGL), e os socorristas informaram à Polícia Militar que a vítima chegou inconsciente e sangrando muito.
Foram encontradas quatro perfurações de faca no pescoço, uma no tórax direito e uma no supercilio. Alguns minutos após chegar, a vitima veio a óbito.
Encontro marcado pela internet - A equipe policial foi ao local do crime, e o relatório cita que se deparou com o senhor de 40 anos, parente da vítima. Este disse aos PMs que esteve no local após os fatos e que os vizinhos lhe entregaram o celular da mulher morta e uma faca a qual foi usada no crime.
Os militares perguntaram se a Fabrícia tinha problemas com vizinhos ou coisa do tipo, e a resposta foi “não”. A única “coisa”, segundo o parente, fora do normal, seria um encontro da vítima com um homem que ela conheceu na internet.
O homem, inclusive, segundo um vizinho, apareceu na casa da vítima na tarde do dia do crime. O celular de Fabrícia foi entregue à polícia, mas a hipótese da suspeita relativa ao encontro após contato virtual, praticamente caiu por terra.
É que uma nova informação surgiu no momento que os policiais confeccionavam o Boletim. Contudo, outros detalhes não serão divulgados para não atrapalhar a elucidação, pois, em contato com a Polícia Civil, a informação é que ninguém foi preso (a) até o momento. Quem puder ajudar deve ligar para o 181.
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