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Saúde Situação complicada

HGL: No corredor, leitora reclama após horas sem maca, e disse que deitou na pedra

Depois de deitar na pedra e tomar medicamento em pé, consegui a maca, mas o colchão é muito pequeno, e continuo no corredor, contou.

02/12/2020 19h01
Por: Redação
HGL: No corredor, leitora reclama após horas sem maca, e disse que deitou na pedra

Uma moradora do bairro Interlagos que buscou atendimento no Hospital Geral de Linhares (HGL) nesta terça-feira (1º), viveu momentos bastante complicados. Ela disse que chegou à referida Unidade Hospitalar por volta de 10h com muitas dores na perna esquerda.

Após atendimento e ter tomado remédio, a leitora disse que a dor era tamanha a ponto de não ter sido liberada para voltar para casa, ou seja, teria que passar a noite no hospital. E do local, ela começou a nos enviar fotos e relatar seu dilema e de outras pessoas. Confira:

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“Estou com tanta dor que não consigo escrever, e pedi para fotografarem o corredor. Eu sou essa pessoa amparada no balcão, pois não aguentava ficar sentada na cadeira que arrumaram para mim, e pedi uma maca, mas não tinha”, contou.

“Na foto eu estava tomando medicamentos em pé, e era 19h14. Antes eu estava deitada nessa pedra da foto, em frente à primeira enfermaria, mas tive que levantar porque chegaram mais pessoas e precisavam se sentar. Foi assim o dia inteiro”, acrescentou.

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E ela continuou: “Eu pedia maca e falavam que não tinha, e não tinha mesmo. Lá pelas 21h conseguiram uma para mim, só que o colchão, como podem ver na foto, é meio-colchão, e muito fino. A dor é forte, mas a dor mais forte ainda é ver essas pessoas sofrendo nesse corredor lotado”, contou.

O que diz a Prefeitura de Linhares – Nós enviamos, no início da manhã desta quarta-feira (2), demanda para a Prefeitura de Linhares. Como o e-mail não havia sido respondido até o início da tarde, o encaminhamos outra vez. Até às 18h50 o e-mail não havia sido respondido.

Buscamos no início da noite desta quarta (2) um novo contato com a leitora, e ela disse que permaneceu no corredor do HGL, sempre lotado, pois não há vagas na enfermaria. Também contou que foi fazer procedimentos no Hospital Rio Doce, mas que permaneceria no HGL durante a noite. "Continua tudo do mesmo jeito: gente no corredor, não tem maca. Alguém precisa fazer alguma coisa", concluiu a mulher.

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A leitora pediu para ter o nome exposto. O espaço está aberto, caso a Prefeitura queira se manifestar: 27 99808-4347.

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