
“Venda proibida. Programa de doação. Não retirar a etiqueta. Garantia de troca do vasilhame”. A frase chamou a atenção de uma leitora do Site Eu Vi em Linhares, quando o marido dela chegou em casa após sair para comprar água mineral, na localidade de Barra Seca, perto de Pontal do Ipiranga.
A família saiu da sede de Linhares para fugir da aglomeração e viver o isolamento social com parentes, em Barra Seca. “Meu marido foi comprar a água, e só vimos o rótulo sobre a proibição da venda na hora que ele chegou em casa. Compramos ontem, e voltamos para casa porque lá (Em Barra Seca) tem muito mosquito, na verdade, é um lugar esquecido. Mas gostaria de saber se podem vender água doada, porque eu procurei saber e me informaram que essa água é doada por conta da lama que veio do Rio Doce, desde Mariana, em Minas Gerais”, afirmou.
A leitora disse que a água foi comprada ontem (28), e que por conta dos mosquitos a família voltou para casa, e deixou o galão na casa dos parentes, em Barra Seca. Ela falou que a água foi comprada por R$ 7,00, em uma padaria. "Peço apenas que registrem isso", pediu.
Pedido atendido.
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