Doutor Fabrício

Delegado lembra de belíssima e formosa moça em mensagem de reflexão de fim de ano

Quem sabe, você precisava ler isto?

17/12/2019 08h41Atualizado há 2 meses
Por: Redação

Meus caros leitores, o Natal vem chegando, a melhor época do ano,  e com ele, as festas de fim de ano, as confraternizações, a superação dos problemas familiares o perdão a reconciliação dos amigos, dos casais e, principalmente as promessas de que o ano de 2020 será muito melhor do que o que passou.

A esperança brilha nos olhos das pessoas pelas ruas, o comércio se movimenta e a vida segue seu rumo tranquila e lentamente para uns, e bem mais rápida para outros, dependendo do ponto de vista.

Conheci uma menina, uma belíssima e formosa moça, simpática, estilosa e muito educada, uma dama no perfeito sentido da palavra;  Mas que, por algum motivo, tinha um terrível hábito de guardar rancores do passado, uma mania danada que muito provavelmente seja influenciada por algum signo do zodíaco, não posso mencionar qual, facilmente meus amigos iriam identificá-la.

Mas vamos lá: em um belo dia de verão, ela, meio avexada, me diz:  “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois a segunda vez, o rio já não é mais o mesmo, nem tão pouco o homem...” Depois de ouvir atentamente as palavras dessa maravilhosa mulher, passei a pensar muito sobre o assunto e acabei chegando a algumas conclusões interessantes e  disse para ela:

- Madame, repare bem, que diferença faz se o rio não é mais o mesmo? Se não é mais a mesma água? Rio é feito para que possamos nos banhar mesmo, é para a limpeza do corpo e da alma, e simbolicamente a água é um purificador do espírito e ninguém está muito interessado se o rio é o mesmo e se água é a mesma, ou se não é... E é melhor que não seja, portanto, banhe-se à vontade e novamente, todos os dias, enquanto ainda dá tempo... Quanto ao homem não ser o mesmo, que bom também! O chato seria se ninguém mudasse na vida, se não evoluíssemos, todos nós estamos em constante mutação e isso é muito bom.

Com esse resumo de conversa, podemos dizer que todos precisamos abandonar as frases feitas e as filosofias que nos aprisionam ao ódio e aos rancores. Quando chegamos a certa idade, passamos a entender melhor as bobagens que tanto nos afligiram no passado e que isso não representou absolutamente nada em nossas vidas, o gravíssimo problema de hoje, é motivo do riso amanhã. Então, meus caros leitores, aproveitem as oportunidades das festas de fim de ano e liberem, ampla e irrestritamente o perdão e o amor. Boas festas para todos, todos mesmo!

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