Doença que mata

135 mil brasileiros vivem com HIV e não sabem. Doença ainda não tem cura, mas tem tratamento

Hoje, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

01/12/2019 06h47Atualizado há 2 semanas
Por: Redação

Ela é uma doença que está com tratamento bastante avançado, mas que ainda não tem cura. Sem se preocupar com a prevenção, mais e mais pessoas são contaminadas pelo vírus, e assim, a AIDS mata brancos, negros, e pessoas de outras raças; ela também leva para a sepultura ricos, pobres, famosos ou quem a gente nem conhece tanto.

A boa notícia é que o Brasil conseguiu evitar 2,5 mil mortes por aids entre os anos de 2014 e 2018. Nos últimos cinco anos, o número de mortes pela doença caiu 22,8%, de 12,5 mil em 2014 para 10,9 mil em 2018. Os dados são positivos, no entanto, o Ministério da Saúde acredita que 135 mil pessoas vivem com HIV no Brasil e não sabem.

Na sexta-feira (29), aconteceu o lançamento da Campanha de Prevenção ao HIV/Aids, e o foco é incentivar pessoas que não se preveniram em algum momento da vida a procurar uma unidade de saúde e realizar o teste rápido. Com o tratamento adequado, o vírus HIV fica indetectável, ou seja, não pode ser transmitido por relação sexual, e a pessoa não irá desenvolver aids.

Hoje, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Assim como registrado nos últimos anos, a infecção por HIV cresce mais entre os jovens. A maioria dos casos de infecção no país é registrada na faixa etária de 20 a 34 anos, com 18,2 mil notificações (57,5%). Em 2018, 43,9 mil casos novos de HIV foram registrados no país. A notificação para infecção pelo HIV passou a ser obrigatória em 2014, assim como o tratamento para todas as pessoas vivendo com HIV, independente do comprometimento imunológico.

A medida trouxe mais acesso ao tratamento e aumento de diagnósticos. Com isso, nos últimos cinco anos, a tendência de queda na taxa de aids foi maior. Lembrando, a AIDS tem tratamento, mas ainda não tem cura, e abaixo, alguns famosos que ela  levou para a sepultura:

Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, morreu de aids aos 32 anos; Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, morreu aos 36 anos, em outubro de 1996, após complicações causadas pela Aids; Fredie Mercury, que era vocalista da banda britânica Queen, morreu aos 45 anos  em novembro de 1991; Em outubro de 1997, o ator Thales Pan Chacon morreu aos 40 anos, vítima de complicações causadas pelo vírus da Aids. Em outubro de 1985, o ator de Hollywood Rock Hudson (nome artístico de Roy Harold Scherer Jr.), um dos grandes galãs dos anos 50 e 60, morreu de aids. Em maio de 2000, Sandra Bréa também se foi; Depois, Cláudia Magno morreu aos 35 anos, de AIDS, em janeiro de 1994; Seis dias após a atriz Claudia Magno morrer vítima de complicações da Aids, foi a vez de o ator global Caíque Ferreira, 39 anos, morrer pelo mesmo motivo. Lauro Corona, um dos atores mais lindos da Globo, também morreu de AIDS; Rodolfo Bottino teve o mesmo fim e pelo mesmo motivo; Wagner Bello, ator consagrado no papel do extraterrestre Etevaldo do "Castelo Rá-tim-bum" morreu aos 34 anos durante as gravações do programa, em agosto de 1994. A lista é grande, e esses são apenas alguns dos que a compõem.

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