Seis vítimas

Pneu de táxi estourou, diz sexta vítima de acidente que matou dois na hora em Linhares

A sexta vítima foi arremessada para o meio do pasto.

11/10/2019 06h02Atualizado há 3 dias
Por: Redação
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Linhares e cidades vizinhas acompanham o desfecho do acidente com um Siena que funcionava como táxi no município, e que capotou por volta do meio-dia de ontem (10), próximo à Lagoa Nova. A segunda vítima fatal, a mulher de cabelos curtos descrita ontem na segunda manchete sobre a tragédia divulgada pelo Site Eu Vi em Linhares, foi identificada como Raiane Gonçalves, que tinha 24 anos. Ela morava no bairro Palmital e deixa uma filha de 6 anos. A outra pessoa morta, conforme já informamos, é Carlos Alberto de Jesus, que tinha 44 anos. Leu? Grave acidente mata dois e deixa feridos perto da Lagoa Nova, em Linhares

Também foi identificado mais um ferido que estava no caro e que teve o corpo arremessado para fora com o impacto do capotamento. Ele mora na região de Bebedouro e sofreu fratura. A vítima estava desacordada no meio do pasto às margens da rodovia e pediu socorro para uma pessoa que foi fazer necessidades. Dai, familiares que o procuravam foram avisados e a vítima foi levada para o Hospital Geral de Linhares (HGL).

Também no HGL encontra-se Leonardo Gama Palombo Pinto, o Leo, 27 anos. Ele foi dado como morto no final da tarde, mas a informação não é verídica. Contudo, o estado de saúde dele é bastante delicado. Marcelo de Oliveira de Jesus, 33 anos, o mecânico que estava na condução do táxi, também se recupera no hospital.

No Hospital Rio Doce, em estado gravíssimo, encontra-se Ivaneide Ferreira Honorato, 48 anos, e uma jovem que é namorada de Léo. O acidente repercutiu no Estado, e no momento os taxistas de Linhares, conforme informado por um deles nessa manhã de sexta-feira (11), tentam se movimentar no sentido de planejar uma ação para ajudar o dono do Siena, que sequer sabia do acidente quando imagens da tragédia começaram a veicular nas redes sociais.

Ele havia deixado o carro em uma oficina, e nem imaginava que o mesmo estava sendo usado. O carro, sem seguro, não tem mais nenhuma utilidade. “É hora de união, é hora de ação para ajudar uma pessoa que já sofre tanto com os rumos que a nossa profissão tomou, em todos os sentidos”, disse o taxista que pediu para não ser exposto, já que a ajuda virá de todos, segundo ele.

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