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Dr Fabrício: Nós “adoramos” os “mágicos” desse circo da política brasileira

Carga tributária brasileira é a mais feroz e injusta do mundo! ... Para pobres e para a classe média! Mas, para a elite, não!

03/08/2018 às 06h55
Por: Redação
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Dr Fabrício: Nós “adoramos” os “mágicos” desse circo da política brasileira

O assunto de hoje começa com uma frase “A classe política brasileira se assemelha muito aos mágicos de circo, distraem nossa atenção para algo que chame a atenção, mas na verdade estão preparando outra surpresa”. Não todos, apenas a esmagadora maioria! Não importa se são de direita, esquerda ou centro, o comportamento é o mesmo. Frases feitas e de efeito então... É só abrir as redes sociais, ligar a televisão ou ouvir um rádio que vocês iram detectar, os “mágicos”, da política brasileira, eles ainda não andam com capas, mas costumam tirar coelhos das cartolas.

Observem bem uma coisa, a carga tributária brasileira é a mais feroz e injusta do mundo! Para  pobres e para a classe média! Mas para a elite não! Mas, quem são os financiadores das milionárias campanhas políticas? A classe alta e a elite! Com o dinheiro nas mãos, o candidato abraça o povão pedindo votos.... Eleito pelo povo, mas, com o rabo preso com a elite... Caso venha uma reforma tributária, quem vocês acham que vai  continuar pagando o pato?

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Eles são maquiavélicos, plantam na nossa cabeça ódios e rancores, com o objetivo claro de dividir e distrair a nossa atenção para questões em que nunca chegaremos à um consenso, enquanto isso, usam os mandatos em causa própria, para satisfação de outros interesses. 

Vamos dar alguns exemplos: Guerra infindável para saber se a esquerda ou a direita tem ou não razão. Enquanto brigamos aqui, eles aprovam a reforma trabalhista lá! Enquanto nos distraímos aqui, eles aprovam a reforma da previdência lá!

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Nós discutindo incansavelmente no plano internacional, se os Estados Unidos, Cuba, Venezuela e outros países, em suas políticas internas, estariam certos ou errados. Enquanto isso tem gente morrendo de fome nas periferias das cidades e milhões de desempregados. Enquanto debatemos se o regime de “cotas raciais” é justo ou não, nossa rede de ensino público encontra-se falida, tem aluno terminando o segundo grau sem nunca ter lido um livro, as vezes  sequer saber lê ou interpretar um texto simples.

Enquanto discutimos ferozmente sobre a possibilidade ou não da união de pessoas do mesmo sexo, tem gente morrendo todos os dias nas portas dos hospitais, por falta de atendimento médico; a dengue, febre amarela,  paralisia infantil e outras epidemias se alastram; saneamento básico inoperante ou inexistente, sistema único de saúde e hospitais falidos pela roubalheira e má administração.

Um pais com mais de 60.000 homicídios por ano, segurança pública desacreditada, uma verdadeira guerra civil e, ainda, 47.000 mortos em acidentes de trânsito, 400.000 sobreviventes com sequelas, isso somente no ano de 2017.  Estradas esburacadas, mal conservadas, pedágios extorsivos, sistema de transporte de péssima qualidade e nós aqui discutindo sobre o sexo dos anjos, ou se minha interpretação religiosa é a mais correta de todas.

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Entenderam como os “mágicos” trabalham? Ah sim: Nas eleições, eles enchem nossos olhos com promessas que não vão cumprir, obras que não vão construir, dizem que são a solução para todos os problemas do mundo... Os paladinos da Justiça! Incorruptíveis! E nós acreditamos! De dois em dois anos, escolhemos aquele que faz as  melhores promessas falsas, ou o que tem a campanha mais cara e bonita, para depois pagarmos a conta. Nós “adoramos” os “mágicos” desse circo da política brasileira.

Por Fabrício Lucindo Lima, delegado de Polícia Civil.

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CeicaHá 8 anos ---Sou sua fã admiro seu trabalho.abraco
Leitor LetradoHá 8 anos ---Agora escreva algo que não sabemos, senhor Delegado.
Bruno Jones.Há 8 anos ---O Brasil não tem uma carga tributária tão alta quanto muitos países, mas é, sem dúvida, mal arrecadada e mal distribuída. Sugiro um novo pacto federativo, novas regras administrativas e nova tributação. O dinheiro tem que estar onde o contribuinte está, não em Brasília. Sobre a reforma trabalhista e previdenciária, não tem como correr. A população está ficando velha e o número de trabalhadores na informalidade é altíssimo. Tem que reformar.
[email protected]Há 8 anos ---Parabéns Dr.Fábricio! que excelente mensagem transmitida para povo sou sua fã de carteirinha.
EleitorHá 8 anos ---Melhor Já ir se acostumando Dr. Fabrício. Se depender do povo de bem, a esquerda nunca mais estará no poder.
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