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Professor de capoeira se manifesta sobre ocorrido em João Neiva

"Ele não pediu dinheiro nem para mim e nem para ninguém. Nem imagino porque ele estava daquele jeito. Eu estou no hospital", disse o professor.

06/04/2018 06h31
Por: Redação
Professor de capoeira se manifesta sobre ocorrido em João Neiva

O professor de capoeira que aparece em dois vídeos enviados para a nossa Redação, em uma cena registrada na Rodoviária de João Neiva, na noite de terça-feira (3), se manifestou sobre o assunto. Nós conseguimos a identificação e o contato dele através de um aluno da referida arte marcial nesta quinta-feira (5). Na ocasião, o professor disse que estava no hospital, pois havia quebrado a mão durante o ocorrido, e teria que passar por sérios procedimentos, inclusive uma cirurgia.

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O professor disse que voltava de Guarapari, de bicicleta, e parou em Vitória para compromissos em algumas secretarias estaduais e uma reunião na Ufes, a Universidade Federal do Espírito Santo. A reunião não aconteceu e quando seguia para Linhares a bicicleta deu defeito perto do aeroporto.

O professor disse que por este motivo precisou embarcar em um coletivo que transportaria até Linhares e o fez em  Carapina. O homem que aparece nos vídeos brigando com ele embarcou em Ibiraçu.

Ainda segundo o professor, em momento algum o homem lhe pediu dinheiro e nem a outra pessoa, mas teria causado transtornos dentro do coletivo desde o momento que embarcou. Na Rodoviária de João Neiva, onde existe a parada obrigatória, o indivíduo teria seguido o professor no desembarque para o banheiro, a lanchonete e de volta à parte externa, sempre o perturbando. "Ele me deu um soco no rosto, fiz de tudo para fazer ele parar, nem imagino porque ele estava agindo daquele jeito comigo se nem havia olhado para ele. Cheguei ao extremo e comecei a me defender, estou com a mão quebrada e imobilizada", contou o professor.

O professor disse que dava para perceber visivelmente que o indivíduo "não estava normal", e que posteriormente soube que ele havia consumido cachaça no ônibus. "Se o problema não terminasse em mim, ele teria retornado ao ônibus e provavelmente o problema seria pior, muito mais grave, pois no ônibus havia crianças e senhoras e ele só saltaria em Linhares. A polícia agiu no caso e o levou para o hospital e de lá ele seria conduzido para a delegacia", conta o professor.

O professor disse, ainda, que os policias que fizer a ocorrência relataram que o homem já tinha causado problemas mais cedo, também em João Neiva, e que teria sido expulso de lá. "Lembro perfeitamente que a única coisa que falei para ele era para me deixar em paz, e que eu só queria chegar em casa, tomar um bom banho, comer um bom prato de comida e descansar, pois no outro dia teria um dia longo de atividades no projeto", concluiu o professor.

Nós não conseguimos contato com a outra parte, que também tem espaço aberto para quaisquer pronunciamentos.

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