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Pontal: Mosquitos atacam de dia e de noite, reclama morador

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Um pedacinho do que se pode chamar de “inferno” é o que um morador do balneário de Pontal do Ipiranga chamou a atual situação na comunidade, tudo por conta da grande quantidade de mosquitos.

O leitor, que fotografou mosquito na perna dele, e muitos outros que conseguiu matar e que tomaram conta do chão, disse que reside há 13 anos no balneário, na Terceira Avenida Comercial, e que até de dia está insuportável a situação. “Não é exagero meu, pois não estamos mais conseguindo sair na rua nem durante o dia, nem mesmo para lavar o carro. A proliferação de mosquito aqui está demais e é necessário urgente uma medida voltada para o carro fumacê, mas também aqueles profissionais que entram nos quintais e pulverizam para podermos ter um alívio”, contou e sugeriu o leitor.

Medo

O medo das doenças que as pessoas contraem através das picadas de mosquitos é a parte ainda pior do dilema vivido pelos moradores de Pontal dedo Ipiranga. “Se não agirem logo, vão aparecer as doenças como dengue, chikungunya e febre amarela e aqui temos muitas pessoas da terceira idade e também crianças. Enfim, precisamos urgente de uma ação voltada para eliminar mosquitos”, concluiu o internauta.

Em contato com a Prefeitura de Linhares, a resposta é que o Executivo, por meio da Vigilância Epidemiológica, trabalha constantemente em pontos críticos, na prevenção, orientação da população e em esquema de mutirões, para o combate a incidência de mosquitos em Linhares, sede e interior.

Contudo, prossegue a nota, informa que através de estudos na região do Pontal do Ipiranga, foi constada a proliferação de mosquitos de forma mais ampliada em consequência de aspectos naturais de regiões de balneários, especialmente com grande área alagada e de restinga, com entorno de água doce - como o caso do Pontal do Ipiranga - numa espécie que, visualmente, assimila-se ao Aedes aegypti, mas que não possui efeitos de transmissão de doenças como o mesmo.

E a nota ainda diz: Fatores como o grande número de fossas, sem o devido tampão nos chamados ‘respiros’ é outra consequência para o grande número do inseto no local. Mas, reforça que as atividades de combate são constantes e diárias, bem como as orientações e prevenções de locais que favoreçam a reprodução do mosquito transmissor da dengue.