No Dia da Abelha, celebrado em 20 de maio, uma notícia para lá de doce chega de Aracruz, Norte do Espírito Santo: resultados da safra de 2026 da meliponicultura desenvolvida em aldeias indígenas no município, alcançaram aproximadamente 600 kg de mel de Uruçu-Amarela (espécie de abelha), além da produção de 20 quilos de pólen fresco e mais de 22 quilos de cera.
A informação é da assessoria de comunicação Suzano, produtora mundial de celulose e referência global em bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto.
A meliponicultura é desenvolvida por meio do Plano de Sustentabilidade Tupiniquim e Guarani (PSTG), programa realizado em parceria com a Cooperativa de Agricultores Indígenas Tupiniquim e Guarani (Coopyguá).
A atividade promove geração de renda, valorização dos saberes tradicionais e conservação ambiental nas comunidades indígenas participantes. Em 2026, a safra já é considerada um marco para os meliponicultores da região capixaba, especialmente após períodos de redução na produção.
Ao todo, 17 meliponários familiares participaram da colheita deste ano, envolvendo famílias das aldeias Boa Esperança, Caieiras Velha, Irajá, Areal, Amarelos, Pau Brasil, Córrego do Ouro e Comboios.