A 3ª Cia do 12º Batalhão, repartição de atende todos os bairros da Região 5 de Linhares, Espírito Santo, e também Sooretama, voltou a ser como as demais, onde os militares têm acesso aos banheiros, refeitório, liberdade de ação de acordo com a necessidade das demandas no policiamento, e todas as demais imposições normais para rendimento de segunda a segunda, 24 horas por dia, enquanto a Polícia Militar zela pela segurança da população, com prisões, apreensões, e atendimento de ocorrências.
Reclamações – Aos nos enviar as reclamações e fotos, a comunidade mostrou que, fora do expediente interno, o bebedouro ficava na área externa, no sol; e que o banheiro era compartilhado com homens e mulheres, restando uma única sala destinada à confecção de ocorrências.
E, ainda, a nossa fonte destacou: “as viaturas, sem a devida liberdade operacional para realizar patrulhamento preventivo e repressivo de forma eficaz, sendo obrigadas a cumprir rigorosamente o chamado cartão programa”. Assim, o que valia era a permanência estáticas em pontos previamente determinados pelo comando da companhia, sob ameaça de sanções administrativas em caso de descumprimento.
“É notório que a limitação do patrulhamento dinâmico tem reduzido a capacidade de resposta da Polícia Militar frente à criminalidade, dificultando abordagens, prisões e apreensões. O próprio site Eu Vi em Linhares pode ser termômetro disso”, justificou a nossa fonte, explicando a queda das manchetes de prisões e apreensões na chamada Região 5 de Linhares.
“É assim: Como reflexo direto, cresce a sensação de insegurança e insatisfação dos moradores e eu sou um deles. Não presencio mais as ações policiais efetivas que antes resultavam em prisões e retirada de criminosos das ruas. Só um cego não vê isso. Por favor, exponha esse problema, para que cesse essa medida contra os policiais na 3ª Companhia”, pediu a nossa fonte.
Solução – E logo após a segunda manchete, reuniões foram realizadas e a 3ª Cia volta a ser como as demais do 12º Batalhão. “Espero que agora os policiais não sejam perseguidos, ou a comunidade voltará a procurar a imprensa, pois, para dar o seu melhor em prol da população, os policiais não podem ser maltratados, desmotivados, contidos, coagidos, ameaçados”, concluiu o leitor. Clique aqui para comentar e seguir o @euviemlinhares. E o espaço segue aberto, caso a PM ES queira responder a nossa demanda: 27 99808-4347 (WhatsApp/texto).