Polícia Prisão
Matei: Wellington diz na delegacia a motivação das facadas fatais no sogro em Linhares
Os detalhes desta terceira manchete sobre o crime mostram a resistência do suspeito até a chegada na delegacia.
14/12/2025 22h07 Atualizada há 7 meses
Por: Redação

Um domingo (14) de dezembro, com poucos dias para as festas de fim de ano, e que marca, de forma extremamente triste, uma família em Linhares, Norte do Espírito Santo. É como se pode resumir o ocorrido com a família de Jaime Durão de Miranda, 66 anos, a vítima do homicídio que manchetamos nessa tarde, e que aconteceu no bairro Shell. Essa faca em destaque, de acordo com a Polícia Militar, foi apreendida em poder de Wellington de Jesus da Silva, 36 anos, genro de Jaime, e ele havia acabado de usar a arma branca para matar o sogro.

O suspeito, de acordo com o Boletim, resistiu à prisão, e na delegacia disse que teria matado o sogro por motivos de desavença entre ele e sua esposa, que é filha da vítima. Mas, antes disso, para prender o indivíduo, os policiais militares da Força Tática precisaram usar até spray de pimenta. Vejamos:

O Boletim cita o horário de 16h quando a Força Tática chegou ao local do crime, e se deparou com pessoas aglomeradas na Rua Gaspar Dutra. Os policiais foram informados sobre o crime e que o autor havia fugido com uma faca em mãos. Uma guarnição ficou no local para os procedimentos de socorro à vítima, e outra foi atrás do suspeito.

Ele foi localizado na Rua Artur Bernardes, com a faca, e teria recusado em obedecer às ordens dos militares para se entregar, mesmo após intenso diálogo. Foram necessários dois disparos de munição de borracha até o indivíduo se deitar no chão.

Com o suspeito algemado, a guarnição voltou ao local do crime, onde ficou constatado o óbito do sogro que ele havia esfaqueado. Em seguida, mesmo algemado, cita o Boletim, Wellington continuava alterado e direcionando palavras de baixo calão contra os policiais, e ainda chutava e dava cabeçadas no compartimento de segurança da viatura, tentado agredir os policiais. Foi necessário o uso de spray de pimenta para normalizar a situação.

Na 16ª Delegacia Regional, segundo o Boletim, foi necessário algemar o suspeito também nos pés para que os procedimentos de praxe fossem adotados. A defesa dele – advogado – tem espaço para envio de nota: 27 99808-4347 (WhatsApp). Clique aqui para comentar e seguir o @euviemlinhares.