Polícia “Lili” cantou
Homem mata a esposa a tiros em Linhares, e sai pela porta da frente do fórum após júri popular
Tudo foi definido em menos de 2 horas de julgamento.
16/04/2025 09h44 Atualizada há 1 ano
Por: Redação

Em menos de 2 horas de júri, a defesa de um homem que matou a companheira a tiros em Linhares, Norte do Espírito Santo, conseguiu o objetivo de ver o cliente sair pela porta da frente do Fórum da cidade. É que os jurados definiram o desfecho desclassificando o crime, e o réu foi condenado por homicídio culposo. Com a desclassificação, o crime foi alcançado pela prescrição. Vejamos:

O júri aconteceu segunda-feira (14), das 12h às 13h45, e o réu Alair Nunes Barcellos, matou a tiros Zulmira Coutinho Moraes, por volta das 20h do dia 3 de março de 2002. Os autos apontam que ele “repeliu uma injusta agressão”, quando a vítima veio para cima dele com uma faca.

A defesa do réu foi realizada pelos criminalistas Antônio José de Mendonça Júnior e Aline Gomes Barbosa. O Promotor de Justiça foi Adriani Ozório do Nascimento. Clique aqui para comentar a notícia e seguir o @euviem Linhares. Confira abaixo os detalhes de mais um júri de destaque em Linhares:

Mais liberdade – E temos outro destaque na atual Pauta: No dia 08, o réu Willian Ribeiro Soares recebeu alvará de soltura, após enfrentar os jurados acolherem a tese de defesa e desclassificaram o crime de homicídio consumado para o crime de vilipêndio de cadáver. Com a desclassificação, o crime foi alcançado pela prescrição. Diante do reconhecimento da prescrição, foi expedido alvará de soltura em favor do acusado.

O júri começou às 9h e terminou às 14h50, e foi presidido pelo Juiz Tiago Camata, com o Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano na acusação, e o advogado Moisés Daniel Fernandes de Melo Anastácio na defesa.

A vítima, Charles do Nascimento Pereira Senna, foi assassinada  no dia 25 de setembro de 2013, a ripadas, pedradas e garrafada, após apresentar apenas algumas moedas na hora de pagar a conta em um bar onde bebia com o réu e outros indivíduos os quais não foram julgados nesse dia.