Polícia Justiça
Espancamento Regência: cadeião para 2 réus e absolvição para outro em Linhares
Júri foi presidido pelo Juiz Tiago Camata, e o MP foi representado pelo Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano.
05/12/2024 06h56 Atualizada há 2 anos
Por: Redação

Um réu absolvido, outro com prisão mantida, e mais um com prisão decretada é o desfecho de uma tentativa de homicídio por espancamento que aconteceu em 2018 na localidade de Areal, Regência, interior de Linhares, Norte do Espírito Santo. O julgamento aconteceu nesta quarta-feira (4) no Fórum Desembargador Mendes Wanderley, e foi presidido pelo Juiz Tiago Camata, enquanto a acusação ficou por conta do Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano que representou o Ministério Público. Vamos aos detalhes:

No banco dos réus, Bruno Barcelos dos Santos, atualmente com 27 anos; Gustavo Nunes da Vitoria Lopes, o Kiko, 28; e um indivíduo de 30 anos, que é o que agora não deve mais nada à Justiça sobre esse caso.

Gustavo foi defendido pelo advogado Roberto Carlos da Silva; Bruno pelo advogado Antônio José de Mendonça Júnior, e o réu absolvido, pelos advogados Marina Voticoski Lintz  e Marcos Lintz. Vamos à sentença com mais detalhes:

Os jurados condenaram os réus Bruno e Gustavo pela prática de tentativa de homicídio (art. 121, §2°, incisos II e IV, c/c art. 14, inciso II, ambos do Código Penal) contra a vítima L.F.F.J. O Juiz Presidente fixou a pena definitiva em 18 anos e seis meses de reclusão para Bruno, e em 19 anos e 10 meses para Gustavo. O regime inicial é o fechado. O terceiro réu foi absolvido.

A prisão de Bruno foi mantida, enquanto Gustavo, que respondia ao processo em liberdade, teve a prisão decretada em Plenário. Abaixo, relembre o crime:

A tentativa de homicídio aconteceu no dia 23 de março de 2018, por volta das 19h, quando a vítima do sexo masculino, de acordo com denúncia do Ministério Público, voltava do trabalho e se aproximava de casa. Gustavo e Bruno estavam de moto e ao passarem pela vítima, Gustavo arrancou com o veículo. O réu absolvido vinha atrás, a pé.

A vítima teria falado “tá pagando de doido, tá vendo que tem criança pequena aqui”. A vítima foi xingada, mas não revidou. Algum tempo depois, os réus retornaram munidos de pedaços de ripa e atacaram a vítima, cuja esposa também foi atingida por ripadas ao tentar impedir. Populares interviram e evitaram o pior. Clique aqui para comentar a notícia e seguir o @euviemlinhares.