Foi conduzido do Fórum Desembargador Mendes Wanderley, direto para a prisão, o réu Renan da Silva Peixoto, 31 anos, julgado nesta quarta-feira (30), e condenado pelos jurados por ter cometido um homicídio que vitimou Gleykson de Moura Araújo em 2014. Renan respondia ao processo em liberdade. Vejamos:
Defendido pelas criminalistas Ana Carolina Monte Sesana e Lharyssa de Almeida Carvalho, e acusado pelo Ministério Público representado pelo Promotor de Justiça Marcelo Victor Amorim Gomes de Melo, o réu começou a enfrentar os jurados às 12h e a sentença foi lida pelo Juiz Tiago Camata, presidente do júri, às 17h30. Teve cadeião:
Renan foi condenado pelo crime de homicídio qualificado consumado (art. 121, §2°, incisos I e IV, do Código Penal), e o Juiz Presidente fixou a pena definitiva em 27 anos, 01 mês e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado. A prisão foi decretada em Plenário, sendo o mandado cumprido imediatamente pelos Policiais Militares que realizavam a segurança do recinto.
O crime – O Inquérito Policial cita que Gleykson de Moura Araújo estava na frente de casa, na Rua Dr. Martiniano Lintz, bairro Santa Cruz, com a companheira, um amigo e uma irmã, quando Renan da Silva Peixoto saiu de trás de uma vegetação e efetuou cinco disparos de arma de fogo contra ele, que morreu no local.
O motivo seria rivalidade entre os bairros Santa Cruz e Nova Esperança. O crime aconteceu por volta das 19h20 do dia 14 de abril de 2014.