Segundo dia de júri da primeira pauta de 2024 no Fórum de Linhares, e segundo cadeião, com a segunda falta ao julgamento. Assim resumimos os detalhes do desfecho da morte de Tiago Pacheco Moreira, o Baiano, que tinha 21 anos, quando foi assassinado em 2014, por Gilson dos Santos Souza, o Chuck, que à época tinha 18 anos (foto em destaque). Chuck deveria ter sentado no banco dos réus nesta terça-feira (27), mas, assim como no júri de ontem (26), faltou e teve a prisão preventiva decretada. 181 se você souber o paradeiro dele. Vamos aos detalhes da pena:
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Condenado pelos jurados pela prática dos crimes de homicídio qualificado (art. 121, §2º, incisos I e IV, do Código Penal) e tráfico de drogas (art. 33, caput, da Lei 11.343/06), o Juiz Presidente, Tiago Camata, fixou a pena definitiva em 30 anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que foi defendido pela advogada Elem Mara Bragança de Oliveira, teve a prisão preventiva decretada, e o 181 é a linha de recebimento de informações se você puder ajudar. O Ministério Público foi representado Promotor de Justiça Rodrigo Monteiro da Silva.
O júri foi rápido, com começo às 9h e término às 12h10. Abaixo, os detalhes de quando Chuck foi preso em flagrante e confessou o homicídio:
O crime – O homicídio aconteceu em frente à casa da vítima, em Bebedouro, pouco depois das 20h de 22 de abril de 2014, e o motivo foi a disputa pelo domínio da venda de drogas, conforme o próprio réu admitiu ao confessar o crime, quando foi preso em flagrante na manhã seguinte, com a arma que matou Baiano, 116 pedras de crack e outros materiais.
Antes de atirar contra Baiano, o réu o chamou pelo apelido e ao ser atendido pela vítima, que estava em casa com a companheira, efetuou disparos. Baiano correu para dentro de casa e cinco minutos depois foi até a calçada para ver se estava fora de perigo.
Não estava: o réu teria retornado e efetuado mais disparos e fugiu, deixando a vítima agonizando na calçada. Baiano foi socorrido e levado para o Hospital Rio Doce, onde morreu em seguida.