Brasil Mais respeito aí
PRF salva vidas. Frase "repensar a existência de uma instituição", revolta, e muito
Confira manifesto que recebemos hoje, 16.
16/09/2023 18h43 Atualizada há 3 anos
Por: Redação

Leiam abaixo o que recebemos nessa tarde de sábado (16). Pensem, reflitam. Antes de julgar uma instituição unicamente por erros, consultem o seu histórico em salvar vidas. Os dizeres abaixo vieram juntamente com as manchetes “Agentes da PRF salvam criança engasgada em rodovia no Rio”, “Bebê de um ano e meio é salva por agentes da PRF em Passo Fundo”, “Bebê recém-nascida vítima de engasgo total é salva por agentes da PRF em Teresina”, “Agente da PRF salva bebê de 3 meses que estava asfixiada, em Altamira”...

 

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“Bebê de seis dias engasgado é salvo por policial em Quatro Pontes (PR)”, “Bebê de 12 dias engasga e é salvo por agentes da PRF no Maranhão”, “PRF salva bebê com 3 dias de vida em Santana do Livramento/RS”, “Operação Tiradentes: PRF salva bebê com 3 meses de vida em Lajeado/RS”, “PRF-AM salva vida de recém nascida que estava engasgada”, “PRFs salvam bebê de 6 meses em Apucarana”, “Em Primavera do Leste/MT, PRF salva bebê de 2 meses que estava asfixiado”.

E se pesquisarem, acharão mais ações assim. Agora, leiam o que recebemos:

“A Polícia Rodoviária Federal tem 95 anos de existência. Nos dois últimos anos, cometeu dois erros graves, contra Genivaldo e Heloísa. São vidas perdidas e danos irreparáveis. Os episódios devem ser apurados e, segundo os princípios constitucionais vigentes, punidos.

É inegável que a instituição precisa de um exercício autocrítico para corrigir rotas. Contudo, não se pode falar, de forma demagógica e leviana, em "repensar a existência de uma instituição", que é fruto do Poder Constituinte, instituída pelo representante máximo da República: o povo.

A generalização preconceituosa e estigmatizada por meio juízo emitido de forma sumária por um representante do órgão jurisdicional mais importante da estrutura constitucional brasileira, o STF, ofende não apenas os quase treze mil homens e mulheres que fazem parte da PRF, mas, de forma drástica, a harmonia e independência entre os Poderes da Nação, a vontade popular expressa na Constituição e o próprio exercício jurisdicional isento.

Em nome de uma caça às bruxas, de cunho político-ideológico, estão promovendo uma perversa inquisição contra servidores policiais que devotaram suas vidas a servir aos brasileiros e que em nada têm culpa de episódios pontuais, com Genivaldo e Heloísa, ou organizacionais, de responsabilidade de um gestor de outrora.

Antes de julgar uma instituição unicamente por erros, consulte antes o seu histórico em salvar vidas”.

A PRF precisa melhorar para servir com mais qualidade e profissionalismo à população brasileira. Destruí-la é destruir o patrimônio institucional do próprio povo brasileiro. Isso é especialmente equivocado num momento em que a violência se alastra em intensidade alarmante, atingindo policiais, políticos, ministros de Estado e, especialmente, o próprio povo.”